Sei lá que sistema é esse...
Pequena abordagem sobre as eleições presidenciais desse ano.
José Saramago dizia em um debate de alguma universidade européia: “Vivemos uma democracia falsa, amputada, corrompida, nossa democracia se tornou uma santa de altar de onde não se espera mais milagres”.
Estamos prestes a exercitar esse sagrado direito de escolher os nossos dirigentes. Todo cuidado é pouco. O exercício da função de pensar é imprescindível na prática do direito de votar.
Vivemos uma democracia imposta por deveres, cerceando direitos e ainda temos que votar para perpetuar nos cargos homens "probos" condenados por uma justiça que condena, mas, não pune.
Para se fazer justiça de fato e penalizar o ex-ministro à altura do crime cometido, valendo-se do cargo ocupado, seus proventos deveriam ser reduzidos ao mínimo do funcionalismo federal.
No ciclo militar, os então oposicionistas lançaram esta palavra-de-ordem. Passados mais de 20 anos, aonde ela nos levou? E os que fizeram outra opção? Será que avançamos mais do que eles?
Uma critica a hereditariedade na política do RN, e uma analogia ao sistema político de Roma.
Não é compreensível que uma disputa política consegue causar interesse em tantas pessoas
Todavia, o tráfico continua solto, até sob a forma de “feiras”. O assunto é sério e merece investigação, pois não se admite autoridade de mãos dadas com o crime.
Mais uma história pra boi dormir: fichas sujas, fichas limpas... Você caiu nessa? Quem é o dono da ficha? Corruptos e ladrões com fichas limpas, gente guerreira se sujando com fichas de intimidação. Quem é que manda nas fichas, se a justiça é vesga?
E se acordam os militares? E se de repente eles se imbuem do direito de consertar o que está enferrujado? Como chegarão os militares? Com fuzis e baionetas novamente?
Na democracia verdadeira a isonomia e o trato com as pessoas deve ser a mesma perante a lei, porém no Brasil estas questões desenvolvem problemas político e o tempo de TV se torna objeto de valor em barganhas partidárias.
crescimento econômico
Hoje Reforma Agrária não é mais o grande tema dos debates, com o crescimento desordenado das cidades e um certo esvaziamento do campo a Reforma Urbana passou a ser debatida.
Num ano eleitoral o Brasil tem a oportunidade de construir uma nova história política ao descartar candidaturas maquiadas pelos cordões vermelho e azul fazendo a revolução verdadeira que todos queremos
A situação chegou a esse nível porque o Estado foi omisso, e covarde mesmo, para não dizer em consequência da cumplicidade de pessoas, que não corresponderam ao grau de responsabilidade que lhes foi dado.
...existe um problema na nossa cultura política que vai além das questões eleitorais, quem vai ou não ser eleito se torna questão secundária comparada ao ostracismo político das massas. O nosso problema é sério e envolve as felicidades pessoais...
Empresas, grandes devedoras da Previdência, desapareceram e deram lugar a outras; golpe de mágica, para não dizer safadeza, para escapar ao ineficiente fisco previdenciário!
Um ano e seis meses após assumir a prefeitura, a prefeita de Natal retoma as obras abandonadas por ela em algumas comunidades da periferia da cidade. Inconclusas em 15% as obras deixaram de beneficiar centenas de pessoas, principalmente crianças.
O que realmente faz a diferença para o brasileiro...
O Brasil desde a época da Monarquia já passou por vários períodos tumultuados, períodos que poderiam ser ransformados em progresso se não fosse à herança negativa de seus governantes.
Já aconteceu com você ou com alguém conhecido: assalto; estudar em escola pública; ser atendido num posto de saúde ou delegacia; ter um processo na Justiça; nunca ver um policial na sua rua. Você tem milhões de motivos para votar...
Pergunta-se onde está a igualdade de direitos entre os cidadãos e que democracia é esta, na qual a participação da mulher candidata é limitada por cotas.
Uma análise da pouca participação do brasileiro no processo político, tendo como prisma a concepção grega de idiota.