| Nylton Batista
Nylton Gomes Batista Ouropretano, nascido no distrito de Cachoeira do Campo aos 25.01.1940, Nylton Gomes Batista manifestou tendência para as letras desde o antigo curso primário, fator que o destacava nas tarefas de redação, especialmente quando cursava o ginásio no Colégio D. Bosco (Cachoeira do Campo). Fez o curso médio em Ouro Preto e em seguida iniciou-se como trabalhador na área financeira de grande indústria. Lidava com números porque a necessidade o premia, e, à atração pelas letras respondia com a produção de textos, que ficavam na gaveta. A partir de 1975, oportunidades para publicações começaram a surgir em pequenos jornais da cidade. Mas esses jornais eram efêmeros, não passando das dez edições, o que impedia a constância nas publicações. Com base na vivência no meio musical amador, escreveu o livro BANDA DE MÚSICA, “A Alma da Comunidade” publicado, em 1982, por meio de convênio entre a Secretaria Turismo e Cultura/Prefeitura Municipal de Ouro Preto e o IAC/UFOP (Instituto de Artes e Cultura da Universidade Federal de Ouro Preto. Posteriormente, participou das antologias Contos Brasileiros (Shogun Arte – 1988) e Antologia de Poesias Contos e Crônicas Scortecci para o Salão Internacional do livro de São Paulo (Scortecci – 1999). Em janeiro de 1989 aceitou convite do jornalista D.J. Rendeiro de Noronha e passou a integrar a lista de colaboradores do jornal O LIBERAL, então quinzenário e recém-fundado pelo mesmo jornalista. Como colaborador permaneceu até março de 1993, ocasião que D.J. Rendeiro de Noronha o convidou para integrar a equipe de funcionários de seu jornal, que se tornou semanário desde então. Pouco depois a redação lhe era confiada e, no cargo de redator, permaneceu até início de 2006, após a morte do fundador do O LIBERAL. Contudo, continuou a assinar a coluna OPINIÃO, posteriormente rebatizada de PONTO DE VISTA DO BATISTA, cujas edições versando sobre temas diversos já se elevam a mais de setecentas. Com o avanço da informática e o surgimento da internet, Nylton Batista encontrou meios de levar seus textos a mais leitores. Ao tomar contato com o computador e a internet, em 1999, vislumbrou a possibilidade de ter espaço todo seu, que pudesse ser compartilhado com terceiros. Criou e registrou o domínio http://www.ouropreto-ourtoworld.jor.br/ . Com recursos oferecidos pela própria internet, construiu sozinho e de forma bem “artesanal” o OURO PRETO WORLD, “site” de caráter informativo-cultural colocado na web em julho de 2001.
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