I
O Pingüim depois de muito beber
Pagou a conta e alcançou a calçada
Viu um vulto chegando e foi se esconder
Era um freira que vinha de uma caminhada
Assim que ela se aproximou
Pingüim sobre ela saltou
E nela passou a bater
Coitada, não teve como se defender
Pinguim bateu muito sem piedade
Na mulher que só praticava caridade
Foi quando ela caiu desmaiada
Que ele cessou de bater na coitada
Assim que viu o corpo desfalecido
Chegou bem perto do seu ouvido
Num tom vitorioso passou a dizer
Pó, Batmam, esperava mais de você
II
Tarzã, para impressionar a Jane,
Balançava num cipó num vaivém
Convidou a sua querida para balançar também
Ela deu salto para pegar o cipó
Tarzã deu aquele grito
Que dó!
O grito não foi para chamar a bicharada
Pois, ao gritar mostrou a cara de mau
É que no cipó errado
Se agarrou a sua amada