Sombras" border="0" alt="uma rena em meio uma vitrine natalina, triste e solitária, que versa sobre estar só entre a multidão." title="rena de pelúcia">Sombras
a música abre o espaço busca nos vãos o fim amargo d’um vinho doce rasgando a garganta sob palavras não ditas o olhar profano subindo aos pés... os restos jogados lançados ao monte de tão esquecidos como o vômito que a reza te deu... cantos devassos o vento vestindo em abraço sou eu largado constante embaraço chorando nas sombras... Sou eu!!!