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Pedro Agostinho

[ Pedro Agostinho ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Mestre em História do Brasil. Sócio da Associação Brasileira de Educação a Distância e participa de fóruns sobre educação e Plano estratégico de defesa brasileira.

 

O Homem “traidor” se torna traído por sua natureza perversa.

No último domingo, exibido pela TV Cultura, um programa denominado de “Café Filosófico”, um programa que além de ótima qualidade pelos quadros apresentados, foge de quase todos os outros de qualidade duvidosa que “empreguinam” nossa telinha.

Naquela ocasião fora exibido um tema que estava faltando no meu repertório, tema esse que abordara, segundo a psicanálise, a necessidade do homem errar, desafiar o erro constantemente, o que seria natural do ser humano no momento de responder suas próprias angústias emocionais. O mais interessante é a o momento de assistir tal programa e me deparar com experiências de vida comum a todos nós, ou pelos menos a minha.

Oxalá. Pronto! Agora poderia iniciar meu artigo. Mas estava faltando algo, encontrando em algumas frases famosas de nossa literatura e gostaria de compartilhar com vocês. São elas:

• “Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento”. (Machado de Assis);

• “O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso”. (Friedrich Nietzsche);

• “O ideal no casamento é que a mulher seja cega e o homem surdo”. (Sócrates);

• “Mostre-me um homem que não seja escravo das suas paixões”. (William Shakespeare).

Encerrarei com uma frase de uns dos maiores entre os maiores de nossa literatura: "O mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, mas que elas vão sempre mudando." (Guimarães Rosa).





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