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O país é democrático, mas onde está a liberdade?
Recentemente temos visto nos jornais, rádio e tvs, sobre o assassinato de uma cabeleireira por seu ex-marido, mesmo depois de feitas oito boletins de ocorrência e estando sob proteção judicial, o crime foi cometido com nove tiros e sem chance de defesa contra uma mulher, em seu estabelecimento de trabalho e durante o seu trabalho. O assassino está preso, será julgado, mas pegará quantos anos...com bom comportamento, relaxamento de pena, pena progressiva, direito de visitar parentes fora da prisão...? Na Bahia, o maior e mais famoso templo de candomblé (39000m2), o Ilê Axé Opo Afonjá, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), com cerca de 130 imóveis, tem sido palco de assaltos, invasões, arrombamentos e furtos por traficantes e usuários que usam uma pequena parte da Mata Atlântica -que fica dentro de suas dependências- como se fosse deles. Não é possível que as autoridades não saibam que o quartel - leia-se cartel- para vendas e consumo de drogas ilícitas fica na Baixinha de Santo Antônio. No bairro Tancredo Neves, bombas, marretas e metralhadoras foram usadas para por no chão outro terreiro. Isso quatro dias após terem assassinado o Pai-de-Santo José dos Santos Bispo (Pai Santinho), e ORDENANDO à todos que fossem embora e não pisassem mais ali. Em Brasília, Distrito Federal, casal é morto à tiros. Em Planaltina/DF, latrocínio em ponto de ônibus. Em Luziânia/GO, cidade há 66km de Brasília/DF, seis jovens, de 13 à 19 anos, estão desaparecidos desde 30/12/2009, sem que ninguém saiba onde estão e sem motivo algum para fugir de casa -eles não tem passagem pela polícia, nenhum deles-. Então, onde está aquele preâmbulo que diz: Nó representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado DEMOCRÁTICO, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a LIBERDADE , a SEGURANÇA, o Bem-Estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça...blá bláblá...Todo poder emana do povo e blábláblá...balelas...politicagem! Não podemos tomar a justiça nas próprias mãos, mas temos que cuidar dessa escória com o dinheiro de nossos impostos, para mantê-los trancafiados. Por quê não perguntam ao povo -já que TODO O PODER emana dele-, se querem ou não a implantação da pena de morte no país? Porque seria retrocesso...morreria muitos inocentes? Ora, vamos! Já retrocedemos à animalidade pelo simples fato de não confiarmos mais naqueles que nos representam. A verdade é que gostaríamos de tirá-los de onde estão, debaixo de pancada. Quanto aos inocentes, quantos mais precisam morrer, se viciar e serem seviciados? Quantas crianças...seus e meus filhos? A bem da verdade eu, como conselheiro, não deveria levantar esta questão. Acontece, que tenho família, amigas e amigos, vizinhas e vizinhos que também tem seus filhos, assim como todos vocês leitoras e leitores. E se algo vier a acontecer a eles...tenham certeza de que não procurarei a justiça comum! Muito embora, a falta de respeito, de caráter e personalidade, comessem em casa, com a permissividade dos pais e com o tal Estatuto da Criança e do adolescênte que inibe a criação moral destes futuros delinquentes, que não querem estudar e nem trabalhar, mas querem roupas de marca e dinheiro prá gastar. Estes serão os futuros traficantes... o futuro de nosso país? |