O primordial é sempre ter em mente quais são as metas a serem alcançadas, qual a natureza de produtos e serviços que serão oferecidos, mercado que se quer atender, etc. Quanto maior o número de informações disponíveis, menor será a margem de erro.
Evidentemente que não existe "perfeição", por mais competente que seja a equipe disponível, sempre existirá a possibilidade de haverem deslizes. Entretanto, o que determinará a velocidade de recuperação, será o quanto estará a empresa preparada ou não para os desafios do dia a dia.
Criatividade é indispensável, mas também estar atento aos detalhes, antecipar problemas é fundamental. O mercado não vai esperar que depois de "várias" tentativas a empresa acerte.
O cliente tanto interno quanto externo, espera qualidade e agilidade, se a "minha empresa" não oferecer isso a eles, o ciclo natural consiste em se voltar para quem possa, ou seja, meu concorrente.
Infelizmente obter sucesso no mercado não depende apenas do "querer" é preciso estrutura para "ser" uma empresa com qualidade para atender o mercado de forma satisfatória. Logo, a premissa de que só "os fortes sobrevivem ao mercado" pode ser acrescida de mais " e só os competentes permanecem nele".
Conforme Drucker podemos avaliar e estruturar o planejamento estratégico de uma empresa da seguinte forma:
"1) Definição do negócio, missão e visão;
2) Análise de ambiente interno e externo;
3) Formulação de Estratégias;
4) Implementar projetos e controlar".
A análise e acompanhamento constantes são as atitudes que darão o parâmetro de acerto e erro no universo do mercado.
Ter bons profissionais e não aproveitar o potencial dos mesmos, por insegurança é o que causa os maiores danos dentro das empresas. O "subaproveitamento funcional" faz com que a empresa perca mercado.
O que deve pesar no momento de avaliar uma equipe é estabelecer o que está sendo produzido e o máximo que se pode alcançar.
Nos dias de hoje, não existe margem para erro, ou se observa a evolução e tudo que poderá agregar valor ao contexto geral, ou se contenta em estar sempre a margem da concorrência.
“O futuro pertence àqueles que vêem as oportunidades antes que se tornem óbvias.” John Scully