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Cíntia Vilani

[ Cíntia Vilani ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Escolheu a Psicologia como profissão a fim de cuidar e promover a qualidade de vida das pessoas no âmbito pessoal, profissional e afetivo.

 

Autonomia é a chave para se ter auto-estima

                 A pessoa com auto-estima de média a baixa é altamente dependente e demonstra pouca iniciativa e autonomia, porque os riscos de desaprovação social são grandes demais para serem enfrentados. Desta forma não é possível ser flexível e empático, já que a pessoa não consegue ter autonomia necessária para contrapor o seu alvo com o objetivo do outro e assim tomar uma atitude mediativa e nem ser empático, já que dificilmente conseguirá se colocar no lugar do outro para entender a opinião deste, pois, geralmente, elas possuem diversos pensamentos automáticos negativos ‘eu não sei mesmo fazer um bom projeto’, ‘não sou capaz para realizar essa idéia’ ou ainda ‘ele(a) não gosta de mim, não adianta argumentar’.

                  Tratada por muitos como se fosse uma questão simples, a auto-estima por muitas vezes é colocada na categoria de auto-ajuda, como se ter pensamentos positivos fosse uma solução rápida, prática e permanente. Porém, a auto-estima é um conjunto de crenças e atitudes em relação a si próprio, formadas pelo modo que cada pessoa se vê e se sente junto a percepção de como os outros demonstram à ela como é vista por eles.

                  A auto-estima é um processo relativo, não é um modo de pensar negativo, mas uma generalização de um pensamento negativo surgido de uma situação em particular. Por exemplo, uma pessoa que não esteja satisfeita no trabalho por não ter sido promovida, pode ter pensamentos relacionadas a incapacidade e ficar de ‘baixo astral’ ou ‘mal humor’, como preferirem, porém, a decepção é vista de uma forma tão negativa que a pessoa se frustra e generaliza seus pensamentos de incapacidade – no trabalho- para todos as áreas de sua vida.

                 Mas se voltarmos a concepção de auto-estima como resultado da percepção própria de cada um junto à percepção que os outros revelam de nós mesmos e que ela é um processo relativo, temos que processar cognitivamente a auto-estima concernente ao sucesso profissional, ou seja, a auto-estima profissional seria o sucesso vivenciado versus o sucesso pretendido. Desta forma, a pessoa que se decepcionou por não ser promovida, teria que balancear os sucessos já obtidos e verificar qual estratégia ou caminho tomado que não foi suficiente ou adequado para alcançar o sucesso pretendido.

                  Assim como na vida amorosa e sentimental, quando ouvimos de alguém ‘estou fechado pra balanço’ ou ‘não adianta, não nasci pra ser feliz no amor’, encontramos a auto-estima novamente distorcida, pois, concernente aos aspectos sentimentais, a auto-estima seria o prazer e realização proporcionados pela relação amorosa/amizade versus o prazer e realização pretendido. Assim sendo, a pessoa teria que fazer uma lista de custos e benefícios obtidos na relação amorosa e sentimental, pontuando quais os aspectos atrapalharam ‘aquele’ relacionamento de não dar certo e impedir que tais aspectos surjam em um futuro próximo.

                  Ter auto-estima elevada é um processo de auto-conhecimento, é percepção dos limites e limitações de cada um, é um pensar crítico, focado em uma situação específica que nos fazem traçar rotas e caminhos que podem ser alterados a qualquer tempo ao percebermos que nossos alvos e projetos não serão (ou não foram) alcançados da forma prevista. As experiências ruins são uma apenas uma parte, de um momento singular, e não a totalidade de sua vida. Dessa forma, ao assumir a autonomia de sua vida, terá iniciativa de defender seus projetos profissionais e pessoais, só não se esqueça de ser assertivo.





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