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Sílvia Sena

[ Sílvia Sena ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Sempre estudei em escolas estaduais do municipio...

 

A vida de antigamente e o lixo

balde de lixo

Ecologicamente falando da saudade,  por causa de tanta poluição chegamos a sentir saudade até mesmo do lixo que produzíamos antigamente. (+/- 20 anos passados) Veja bem:  A maioria das pessoas hoje, nem utiliza sacos de lixo apropriados pois, reaproveitam as sacolinhas trazidas do mercado para acondicionarem os seus lixos e deixá-los na lixeira para serem recolhidos  pelos lixeiros,  que na maioria dos bairros passam duas vezes na semana.

"Antigamente", eles passavam uma vez na semana e  “tava de bom tamanho”. Chegava a ser divertido.

O lixo que era paulatinamente sendo colocado em um tambor, lata ou balde, era levado no mesmo recipiente para a calçada na hora que o lixeiro ia passar, e vinha lá o caminhão lentamente. 

Os lixeiros iam passando pegando os recipientes e despejando seu lixo no caminhão, algumas vezes o lixeiro passava da casa onde pegou o recipiente e ia lá o dono do mesmo,  correndo rua a fora atrás do seu balde de lixo...

Na ocasião acabava-se encontrando o vizinho que também foi colocar o seu lixo e lavava ali um “dedinho de prosa”, valorizando-se a amizade e a boa vizinhança.  Hoje em dia, as pessoas moram anos na mesma rua e nem mesmo se conhecem.

Não se reutilizava sacolas, por que as mesmas não existiam, quando se ia a feira por exemplo:, lavava-se uma sacola de pano ou ainda uma de nylon que tinham cores bem limitadas algumas tinham listras vermelha com amarelo e outras  azul com verde, as mesmas eram vendidas basicamente na feira o que acabou tirando o trabalho de alguns meninos que com seus carrinhos de madeira faziam o trabalho de entregadores,  levando suas compras até em  casa em troca de alguns trocados, que não eram estipulados antecipadamente.

Os pobrezinhos ficavam na expectativa até que chegavam a casa do “cliente” descarregavam a mercadoria, aí sim iam saber qual seria o pagamento.

Algumas senhoras bondosas lhes davam uma boa gratificação. Já outras, pagavam com uma fruta, uma roupinha ou calçado usados  que estavam  guardados pra doação. A maioria saia muito satisfeito e voltava para a feira para esperar seu próximo cliente.

A quantidade de lixo era mínima por que as frutas compradas ou eram embrulhadas em jornais e revistas velhos ou embaladas em caixas de papelão. Por tanto era muito mais fácil de se livrar desse lixo.

Os dejetos, como cascas da frutas e legumes , restos de comida, etc., eram usados como fertilizante para as plantas que se tinham no quintal que era de terra ou eram misturados fazendo um tipo de lavagem para alimentar os animais, como porcos e galinhas que fariam parte da alimentação da família depois de bem cevados, seguindo o ciclo natural da cadeia alimentar.

Nas compras de supermercado a embalagem de papel também predominava, pois os cereais eram pesados na hora da compra. O óleo era acondicionado em tambores e o cliente determinava  quantos mililitros levaria em seu vasilhame trazido de casa. Biscoitos(bolacha)eram  da mesma forma que os cereais, vendido à quilo, determinava-se o peso e lavava o mesmo em sacos de papel.

Evidentemente que as pessoas que têm hoje uma idade inferior a 40 anos , nunca nem ouviram falar dessa  forma  de comércio , onde além de tudo a tecnologia mais avançada era uma calculadora de mesa enorme com botões barulhentos e duros.

Voltar a usar embalagens como era usada antigamente pode ser considerada regressão, mas resolveriam um bocado de problemas. 

Aderir aos métodos de  reciclagem ensinados pelos meios de comunicação é um bom início.





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