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Farid Houssein

[ Farid Houssein ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Músico e Escritor. Formado em Fisioterapia pela Universidade Metodista de Piracicaba.

 

Solidariedade ao Planeta Terra

“Estamos completamente abandonados”. Ouvi estas palavras de uma moradora da tão exaustivamente falada Região Serrana do Rio, em uma reportagem que fazia um balanço da situação, dois meses depois da tragédia que abalou o país.

A imprensa foi embora, havia outras tragédias a cobrir; os tratores, os bombeiros, os cachorros que procuravam gente, foram embora... Não há mais ninguém  buscando os mais de quatrocentos, ainda, desaparecidos.

As verbas para a reconstrução da vida se foram depositadas não sabemos e, se chegaram, nunca saberemos se foram devidamente utilizadas. O que sabemos, graças a poucos canais de comunicação é que lá, muitos ainda vivem em condições sub humanas. Faltam luz e água em vários bairros, principalmente, os mais afastados. Na reportagem que vi havia um trator limpando uma área cheia de entulhos e lama ressecada, do tamanho de dez campos de futebol. 

Há desabrigados por todo o país. Há enchentes em todo sudeste e sul. O  Mato Grosso do Sul, ainda está debaixo d’água. Há crianças sem aulas. As escolas estão abarrotadas de gente que não tinha nada e perdeu tudo. Pontes caídas, cidadezinhas isoladas, povo abandonado. E o Baraki veio discursar. “Eeô vida de gado, povo marcado ê, povo feliz.”

Nossos olhos e ouvidos agora se voltam para o Japão. País tão castigado na Segunda Grande Guerra que, ora, se vê ameaçado pela própria bomba que construiu. Usina nuclear é importante para o desenvolvimento de um país? Tão importante que em uma hora como esta, a economia desaba; despenca com todo o lixo radio atômico que se deslocará pelo ar e pelo mar nos próximos meses, contaminando tudo o que tocar. Povo de fortaleza inabalável; povo de sentimentos nobres; povo que saberá sair desse naufrágio com galhardia.

Fazendo parte de um só assunto, a tragédia do Rio, as enchentes do Sul e Sudeste e o terremoto no Japão, são o espelho da realidade de muitas ações contra o meio ambiente no dia a dia de nós brasileiros. Não podemos ver um terreno vazio que logo o entulhamos com a nossa irresponsabilidade. O cidadão continua jogando folhas de árvores nos bueiros, quando não toca fogo; a chuva que Deus manda continua derramando milímetros em excesso; as águas não param de subir... É o Planetinha chorando.

Uma garrafa de refrigerante jogada ao mar no Guarujá, por exemplo, já apareceu na costa do pacífico, nos Estados Unidos. Por isso, quando eu assisto a um filme como O DIA DEPOIS DE AMANHÃ ou TWISTER – centenas de vezes repetidos na TV – dou crédito total à ficção. Cientistas e ambientalistas estão completamente certos em suas previsões, entretanto, eu pergunto: até quando? 

O momento é hoje. Seremos bem recompensados se cuidarmos agora da nossa casa, a Terra. Teremos vida plena se cuidarmos agora das nossas crianças... Quando o Pelé falou isso riram dele. Sairemos do Planeta como heróis, se conseguirmos tornar a vida mais amena. Seremos abençoados se não precisarmos esbanjar solidariedade à tantas vítimas de catástrofes pois, saberemos que prevenimos antes de remediar.          





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