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Mauro Moura

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Produtor Cultural

 

O primeiro abril – a Revolução

Visitei o consulado brasileiro, prédio antigo na Praça Camões, calçada portuguesa faltando pedras tal e qual no Brasil e de todas as calçadas que passei esta é a única que está mal cuidada. Elevador daqueles que dá medo de utilizar e o cabo arrebentar, escadaria lúgubre e, portanto, mal ventilada.

Ao adentrar no salão de atendimentos do consulado o visitante irá deparar-se com uma verdadeira marafunda, muita gente e atendimento que nos remete ao antigo INPS dos anos 1970 ou ao pronto socorro de Itabira-MG, haja vista a precariedade da estrutura, poucas cadeiras de espera, equipamentos e estrutura tecnológica obsoleta além do espaço exíguo.

No sítio eletrônico do consulado informa que o atendimento ao público é de 9 às 15 horas, porém o guichê atende somente até as 12 horas, ô herança maldita! O engraçado é que todas as demais repartições públicas em território brasileiro funcionam até as 18 horas e assim sendo aqueles funcionários do consulado são privilegiados em suas obrigações trabalhistas.

Enquanto todos os visitantes aguardam o atendente, poderão ter a oportunidade de fotografias, porém serão surpreendido por um imbecil de um funcionário público brasileiro dizendo que não poderá tirar fotos e que não permitirá o uso da imagem dele. O ignorante desconhece que estava em solo brasileiro, que todos que quiserem podem tirar quantas fotos quiser e que também a legislação brasileira para a imprensa permite o uso de máquina fotográfica em recinto público. Afinal, democracia é isto aí!

Lá eles não abrem as janelas e se são questionados respondem com divagações, circulação ou circuladores de ar não há, pois os cortes que Da. Dilma vem promovendo no orçamento fiscal da união deve restringir o uso deste equipamentos para o conforto do contribuinte e somente os funcionários em salas internas têm o direito a este conforto proporcinado pelo dinheiro público. O grande Brasil, a República brasileira, não deve ter dinheiro para pagar a conta de energia elétrica.

Se qualquer visitante, principalmente os brasileiros, questionar que está em solo brasileiro, virá mais um idiota que trabalha no consulado e terá a petunlância de dizer que alí é o "consulado" e que alí não é o Brasil, pois além de ser um sem educação ele desconhece que qualquer consulado brasileiro é antes de tudo território nacional, haja burrice! 

Fomos conversar com um outro tipo, colocaram um tipo para ficar me vigiando enquanto era atendido pelo segundo tipo.  Disse que não precisavam daquele leão de chácaras nas minhas costas porque simplesmente sou contra agressões físicas, mas mesmo assim o dito ficou lá igual a estátua. Reclamei mais uma vez dizendo que nunca havia sido tão mau atendido nem em delegacia de polícia.

Textos extraídos do portal do consulado estará lá com erros ortográficos, pois o Ministério das Relações Exterios tem o orçamento limitado e a empáfia deles não os permite ir ao Ministério da Educação solicitar socorro de algum professor linguísta para proceder com a correção dos textos.

Não adiantará nada o cidadão brasileiro ter lutado tanto, brigado tanto por coisas melhores, pois dá a impressão de que nada avança no Brasil com tantas desfaçatezes.

Com essa tal de crise que vem chacoalhando o Mundo desde 2008 e o bom momento do Brasil no cenário econômico mundial, muitos brasileiros estão retornando à nossa pátria, precisam de novos passaportes e também de vistos de entrada para suas famílias. Simplesmente o Ministério das Relações Exteriores não moveu uma única palha antevendo esta situação e ainda não procura melhorar nada para atender aos brasileiros com mais dignidade.

Os funcionários deste consulado aqui em Lisboa aproveitam que muitos brasileiros encontram-se ilegais em Portugal para praticarem a indecência do mau atendimento, pois a maioria desconhece os seus direitos de cidadãos dentro do território nacional e acabam sendo tratados como pessoas de quinta categoria pelo nosso governo.

Isto não pode ser!





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