-- Animais & Cia
-- Atualidades
-- Cidades
-- Ciências e Tecnologia
-- Coluna Social
-- Crônicas e Poesias
-- Educacao
-- Empresarial
-- Entretenimento
-- Esportes
-- História e Literatura
-- Humor
-- Informática
-- Internacional
-- Jovens
-- Justiça & Direito
-- Meio Ambiente
-- Pais e Filhos
-- Política
-- Religião Cristã
-- Religião Outras
-- Sexo
-- Terceira Idade
-- Turismo
-- Vida e Saúde
-- X Diversos
.

 
 

Você está em Crônicas e Poesias
 
Paulo Hijo

[ Paulo Hijo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Uma boa literatura pode resultar muito benefícios; e a leitura, que é um processo de divertimento, proporciona tanto o repouso, a suspensão da fadiga, assim como a catarse e a educação.

 

O Homem do Saco

Ele andava maltrapilho a catar latas pelas ruas. É, naquela época, havia muitas latas nas latas de lixo - não havia sacos de lixo. As donas de casa só podiam consumir oléo, banha, margarina, manteiga, cera para assoalho e tantos outros produtos em embalagem de metal.

Então, ele era visto com seu paletó surrado e com seu saco nas costas. Tirava o seu sustendo com a venda das latas. Não era visto mendigando e nem pertubando as pessoas. Nunca fez mal a uma criança, no entanto  as crianças tinham medo do pobre coitado. Ele apenas não batia bem da cabeça. Anomalia que não fazia dele um ser ruim, Pelo contrário, era pacífico ao extremo. Não era dado às conversas, mas adorava fazer caretas para ver as  pessoas rirem.

Quando as crianças dali faziam algo de errado e se comportavam mal, os pais as ameaçavam dizendo que, se não os obedecessem, o homem do saco as levariam embora. As crianças, por medo do tal homem, sem ter outro jeito, obedeciam seus pais. Assim, os pais viam no pobre catador de latas uma maneira de se fazerem obedecidos e respeitados. Tudo em detrimento do coitado do fazedor de caretas. É, a coisa ficou de uma tal maneira, que certas crianças não podiam ver aquele homem, que corriam para dentro de suas casas.

Hoje, não sei se é visto por aquelas bandas. Se for, que seja de uma outra maneira, principalmente pelas crianças. Tomara que nenhuma delas sinta aquilo que as crianças de antigamente sentiam por ele: medo. Coitado, nunca fez uma maldade, no entanto, fizeram dele um ser mau. Há aí duas maldades: a dos pais que amedrontavam os filhos com a figura do homem do saco e das crianças que acreditavam em seus pais.





Você gostou deste artigo? Então compartilhe com seus amigos:

 
Facebook
Twitter: Google+

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
s
s
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O botão de comentário acima irá acionar o colunista para te postar uma resposta sobre o comentário. Ou, se preferir, comente usando seu perfil do Facebook:




:: Despertar ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Voce em meu poema ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Vasto mundo há em mim ( Crônicas e Poesias - Luciano Andrade )

:: Desabafando com o tempo ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Uma dor que dói sem eu definir ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Roseira sem rosa ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Sem ti, meu corpo morre ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Recordações ( Crônicas e Poesias - Magali Cunha )

:: Ressaca ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Sou? ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: O que quero e não encontro ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Tua boca ( Crônicas e Poesias - Luciano Andrade )

:: Meu pensamento neste exato momento ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Partiria amanhã ( Crônicas e Poesias - Mauro Moura )

:: Saindo por aí sem compromisso ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Todo teu corpo e tua alma inteira ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Lembranças boas ( Crônicas e Poesias - Luiz Martins )

:: Uma tarde no sertão ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Eu, personagem da canção “Hotel Califórnia” ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: A tag do aprendizado ( Crônicas e Poesias - Lecy Pereira )
 
 

 


   



Site administrado pela

Biblioteca ||  Classificados
Sala de Bate Papo