-- Animais & Cia
-- Atualidades
-- Cidades
-- Ciências e Tecnologia
-- Coluna Social
-- Crônicas e Poesias
-- Educacao
-- Empresarial
-- Entretenimento
-- Esportes
-- História e Literatura
-- Humor
-- Informática
-- Internacional
-- Jovens
-- Justiça & Direito
-- Meio Ambiente
-- Pais e Filhos
-- Política
-- Religião Cristã
-- Religião Outras
-- Sexo
-- Terceira Idade
-- Turismo
-- Vida e Saúde
-- X Diversos
.

 
 

Você está em Informática
 
Sivaldo Venerando

[ Sivaldo Venerando ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Incentivador e contribuinte das atividades culturais da União Carpinense de Escritores e Artistas.

 

Jornalismo sem jornalistas

Alberto Dines suscitou o debate Jornalismo sem jornalistas. Esse ícone da imprensa brasileira fareja temas de repercussão. Tudo iniciou (há meses) em seu Observatório da Imprensa, exibido pela TV Brasil.

 

O pivô da discussão girou em torno da propagação das mídias sociais (redes de blogs e microblogs). De lá para cá, as ferramentas informais só aumentam e difundem informações em ritmo acelerado, sem controle. Longe de prejudicar os meios de comunicação, as redes dão impulso e agilidade a fatos ocorridos; conteúdos quentinhos.

 

Os blogs são a apoteose da liberdade no terreno dos furos jornalísticos. Vale alertar: informação não é necessariamente notícia. Surge, portanto, a “discussão sobre o papel do jornalista na sociedade contemporânea”. É onde brotam várias implicações a serem desvendadas: o jornalismo pode ou não ser feito por pseudo-profissionais?

 

A prática jornalística em sua essência, não. A função exige embasamento teórico, faro, muita habilidade, bagagem intelectual e esforço na luta com as palavras. Essas últimas precisam ser bem colocadas. É o calo da questão.

 

O jornalismo está sem, ou com poucos jornalistas. Nem por isso “a sociedade precisa abrir mão da contextualização dos dados, exercida pelos profissionais de imprensa. O outro lado é a proliferação de veículos de imprensa de procedência duvidosa, a exibir textos com inúmeros erros, veneno na sociedade, por expor o lado mortífero da língua.

 

Sem serem qualificados, os “profissionais” de alguns veículos agem por intuição, e o bom manejo com as palavras passa longe. A qualidade da notícia tem aleijões e suas formas de se expressar são tão confiáveis quanto bumbum de recém-nascido. Erros primários não se concebem. Mas são veiculados aos montões; em blogs, microblogs, sites, “revistas” e “jornais”.

 

Afinal, é ou não imprescindível passar pela faculdade de jornalismo? Não é demais recordar grandes nomes da imprensa que não passaram pelos bancos acadêmicos da profissão em questão: Carlos Castello Branco, Rubem Braga, Paulo Francis e outros. Até porque, não havia faculdades de jornalismo. Mas, todos  tinham execelente bagagem intelectual.

No debate sobre a exigência do diploma para exercer a função de jornalista, dois fatos parecem pertinentes: cursar a faculdade para ter esse direito (é óbvio) ou, como em muitos países, ter um outro curso superior, experiência nas redações e fazer uma especialização na área.

 

Hoje qualquer cidadão comunica-se através de redes como twitter, quepasa, facebook. Nada há de condenável. Serve para aproximar personalidades públicas, como políticos e escritores, de pessoas comuns. Na mesma linha, os professores sabem a importância desses recursos para interagir com alunos.

 

A prática é admissível, desde que sejam repassadas informações com coerência e ética. É preciso veicular fatos bem apurados, para não desencadear uma rede de fuxico on line, ao invés de jornalismo salutar. Isso seria o auge dos trotes coletivos de “notícias”.

 

O caminho mais acertado é a filtragem das informações. O conteúdo enviado por cidadãos passa a ser matéria-prima, se trasfomada em ingrediente essencial da imprensa por profissionais do ramo, numa espécie de parceria.

 

A atividade jornalística pode e deve abraçar as ferramentas virtuais. São benéficas. Assim fica democratizada a informação. Já o bom contéudo e exercício, depende do esforço pessoal. A quem zela pela profissão, cabe ser guardião da qualidade. Inovar só é bom quando a tendência é acompanhada por grandes ideias.





Você gostou deste artigo? Então compartilhe com seus amigos:

 
Facebook
Twitter: Google+

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
s
s
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O botão de comentário acima irá acionar o colunista para te postar uma resposta sobre o comentário. Ou, se preferir, comente usando seu perfil do Facebook:




:: Estado de graça ( Informática - Lecy Pereira )

:: Expansão das lojas virtuais ( Informática - Isis Nogueira )

:: Internet dependência ( Informática - Jorge Hessen )

:: Arrogância internética ( Informática - Patrícia Cozer )

:: A Internet e a fábrica de apedeutas ( Informática - Luiz Phelipe )

:: Corrente do bem ( Informática - Pedro Cardoso )

:: A praga das redes sociais - parte III ( Informática - Patrícia Cozer )

:: Quando não tínhamos mídias sociais ( Informática - Ana Paula Lisboa )

:: Orkut ou Facebook? Por trás dos mitos ( Informática - Diego Grossi )

:: A praga das redes sociais - parte II ( Informática - Patrícia Cozer )

:: A praga das redes sociais ( Informática - Patrícia Cozer )

:: Lições do FISL 2011 ( Informática - Klaibson Ribeiro )

:: Lançado Linux Fedora 15 ( Informática - Klaibson Ribeiro )

:: Redes sociais e cia ( Informática - Sivaldo Venerando )

:: LibreOffice Para Leigos ( Informática - Klaibson Ribeiro )

:: Advicemee, a rede social criada por alunos da UnB ( Informática - Ana Paula Lisboa )

:: O declínio do Orkut ( Informática - Jéssica Cavalcante )

:: A internet como fenômeno de globalização e de solidão ( Informática - Luisa Lessa )

:: Em qu@l mundo você vive? ( Informática - Rocheli Camargo )

:: Mil e uma utilidades da internet ( Informática - Pedro Cardoso )
 
 

 


   



Site administrado pela

Biblioteca ||  Classificados
Sala de Bate Papo