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Farid Houssein

[ Farid Houssein ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Músico e Escritor. Formado em Fisioterapia pela Universidade Metodista de Piracicaba.

 

Carta aos Chicos, Joãos, Marias, Carolinas... II

                    “Meus caros amigos me perdoem, por favor, se não lhes faço uma visita...” Porém, devo dizer nestas mal traçadas linhas, como disse outro dia, que tudo está como antes no quartel de Abrantes. Elba Ramalho canta “veja meu bem, gasolina vai subir de preço...” Notícia velha, mas que nos serve de consolo. Nossas previsões em conversas de amigos e rodinhas de família se consumaram. Finalmente, ela, a gasolina, baterá a casa dos três reais. Estão pasmos meus caros amigos? Não fiquem assim, é o sinal dos tempos. “Eu fumo e tusso fumaça de gasolina...”

                  Muito se disse, também, sobre o aumento gorduroso da carne no começo do ano. “É apenas um problema da entre safra”. Assim que isso passasse, ela, a carne, baixaria para reais preços. Entre safra, hhuumm!

                   Da mesma forma, não vamos nos iludir com o álcool, que é nosso e limpinho. Não vai baixar, esqueçam. Pode até descer uns centavos, mas chegar a um preço que dê para respirar aliviado, nunca mais. Sim, caros amigos, eu espero estar errado nessa previsão!

                   Por conta e por causa disso, já estamos vivendo o velho dilema da boa e conhecida maquininha da remarcação. Ela, a maquininha, foi desempacotada e labuta freneticamente sem ganhar hora extra. Qualquer comprinha, atualmente, passa fácil, fácil da casa dos duzentos contos, como diria meu avô. Aliás, como se diz até hoje. “No tempo do dez réis e do vintém se vivia muito bem sem haver reclamação; eu ia no armazém do ‘Seu’ Manoel com um tostão, trazia um quilo de feijão....” Beth Carvalho deveria regravar esta música, sem releitura.

                   Por falar em ler, reler (ótimo remédio para acabar com o &39;é nóis&39;), a leitura labial está na moda, principalmente, no futebol. A noite desta quarta feira, 4 de maio, deve ofertado trabalho para muitos especialistas. Na Copa Libertadores da América, despencamos como manga podre, quatro de uma só vez. Foi um verdadeiro circo dos horrores para os times brasileiros e, o que devem ter falado os técnicos, hhhuumm.

                 Gremistas que riam antecipadamente dos Colorados, choraram minutos depois. “Com esse gol o Fluminense está desclassificado”. “Nesse momento, o Cruzeiro está fora”. E foi assim noite adentro. Eu nem posso me dar ao luxo de esboçar sorriso, pois meu São Paulo está jogando um futebol sofrível e vai continuar tomando chinelada.

                   No jogo da vida, transmitido ao vivo só para assinantes, no embate Obama X Osama, deu USA. Uma pergunta aos meus caros amigos: e se o Osama estivesse no Brasil, como previa o Casseta? Numa roda de samba, caipirinha na mão, “o que é que a baiana tem...” ou, num rodeio, sertanejão comendo solto, “em festa de rodeio, não dá pra ficar parado...” Eu acho que ele deu mole. Não deve ter assistido a nenhum filme americano, daqueles em que o bandidão diz, “vou para o Brazil”.

                   E, por falar em Brazil, com z, e a copa do Mundo, sai ou não sai? Meus caros amigos, enquanto na Inglaterra os torcedores ficam a 3 metros do campo, com uma invasão aqui, outra acolá, devidamente controlada, nós ainda matamos nossos jovens em brigas de torcidas, agendadas.

                   Para encerrar, o Brasil (com s), em um minuto, isto é, em uma linha: um assaltante atira no taxista (pessoa comum) que, encaminhado ao hospital recebe alta médica e morre algumas horas depois. Um cantor famoso recebe alta do hospital, sem ferimento algum, após um acidente (graças a Deus, diga-se de passagem) e, uma junta médica vem a público para uma entrevista esclarecedora. É isso, as diferenças existem para que possamos conviver com elas, não para tentarmos mudá-las.

                   E por falar em saúde, de um bilhão em um bilhão, vamos vendo nossos hospitais caindo aos pedaços. Eu sei caros amigos, já disse isso outro dia. Perdoem-me, sou formado em Fisioterapia há exatos 30 anos e não vejo saída, nem entrada, nem solução.

                   Enquanto alguns países do nosso querido Planetinha punem com rigor máximo os usurpadores do dinheiro público, nós inventamos a roda, em matéria de leis.

                   Essa matéria foi um tal de disse me disse...





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