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Leila dos Anjos

[ Leila dos Anjos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Acadêmica do 3º ano em Comunicação Social com ênfase em Rádio e TV na Universidade Estadual de Santa Cruz.

 

A cidade conhecida como shopping Center

Os shoppings Center são centros de comércio que se completam com alimentação (normalmente do tipo fast food), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, es¬colas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, internet).

O consumidor que visita esse lugar se sente totalmente protegido e acredita que aquele espaço é o mundo perfeito. Brigas, violência, catástrofes ambientais, suicídios, assassinatos, acidentes são situações que não atingem o shopping Center. Ao invés disso, o cliente encontra atrações prontas, iluminação perfeita, lugares limpos, seguranças em todos os lados, todo tipo de alimentação, mercados e lojas com produtos perfeitos. Assim, percebe-se que os consumidores ficam entre o mundo real e o não-real.

Quem não conhece jovens que preferem estar em shoppings do que em suas casas? O shopping é mais atraente, é o espaço perfeito para todos os tipos de encontros, é o lugar preenchido com diversos tipos de lojas, mercados, restaurantes, etc., é o lugar ideal para a juventude.

Porém, apesar de todos os pontos positivos que um shopping Center pode ter, ele tem um objetivo superior à idéia de trazer diversão e entretenimento. Esse fator pode ser observado quando passamos pelos corredores do shopping e encontramos grandes cartazes anunciando alguma “promoção” ou lançamento. O engraçado é que essas promoções promovidas pelas lojas estão relacionadas aos anúncios publicitários que acompanhamos pelos meios de comunicação. Então, como não consumir?

Todas as coisas cooperam para que sejamos consumidores frenéticos: o lugar, as pessoas, os anúncios, as facilidades de pagamento, a felicidade que se tem ao comprar o produto (mesmo que não seja tão necessário), o desejo de ser como as celebridades e os benefícios que o produto pode garantir em um futuro próximo.

Que cidade chamada shopping Center é essa? A qual coloca um tapete vermelho em cima da nossa verdadeira realidade, que ela considera uma lama; que liga os holofotes para percebermos que precisamos urgentemente adquirir produtos, para melhorar a nossa aparência; que sussurra em nossos ouvidos que o dinheiro e a fama podem trazer poder; que alimenta a nossa fome natural de ser individualista, fazendo com que não nos importemos com o que acontece no mundo; que nos faz pensar que o mundo perfeito está em quatro paredes decoradas; e que nos faz perceber que a pessoa que não trilha no mesmo caminho do consumismo não tem o porquê ocupar um lugar na terra.

Acredito que a maioria das pessoas/pais não sabem ao certo o que a cidade shopping center contribuí na vida de um indivíduo, isso porque essa gama de conceitos são subliminares e o próprio consumidor não percebe que seu pensamento muda de acordo com a prioridade que ele dá ao ato de pertencer a este mundo não-real.

Entretanto, esse discurso não é para que deixemos de lado o ato de visitar periodicamente um shopping e consumir algum produto, e sim que atentemos ao que é prioridade em nossas vidas. Sérgio Fajardo confirma quando diz que “o problema não está em consumir, consumir é sobreviver, mas em colocar o consumo em primeiro lugar. Isso sim é ser fútil”. Ou seja, a pessoa que tem personalidade sabe qual é o foco que motiva a sua vida e suas raízes estão em sábias terras.





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