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Sivaldo Venerando

[ Sivaldo Venerando ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Incentivador e contribuinte das atividades culturais da União Carpinense de Escritores e Artistas.

 

Inocência perdida

No Dia Nacional do Meio Ambiente, comemorado no início de junho, o Parque Estadual do Horto de Dois Irmãos, em Recife, promoveu atividades de reciclagem e caminhadas. Durante todo o dia, crianças participaram de brincadeiras e interagiram com a fauna e a flora.

 

As crianças entraram na unidade de preservação, e fizeram também parte de brincadeiras com pintura no rosto e nas mãos. Fato parecido aconteceu num parque de Fortaleza e virou manchete de jornais. É o tipo de notícia que, a princípio poderia nos deixar alegres, mas são o aviso da morte de um costume saudável, que são as brincadeiras de criança.

 

A verdade é que a inocência das nossas crianças está sendo deturpada. Morre de maneira acelerada. A infância passou a ser interrompida precocemente com meninos e meninas conhecendo a sexualidade antes do tempo, sofrendo estupros por parte de adultos criminosos, sem coração. Daí surgem essas alternativas de brincadeiras isoladas como se fosse uma visitação ao castelo encantado do passado,  para tentar resgatar o prazer pela brincadeira e quem sabe, conservar em alguns a inocência. Sabemos que só em cidades do inteiror ainda é possível conservar um pouco de paz e ver as crianças brincando nas ruas, mesmo que em número reduzido.

 

Isso porque os jogos na internet e vídeo games afastam as brincadeiras saudáveis e comprometem o futuro, educando no lugar dos pais e construindo adultos mais frios, sem amor no coração.

 

Uma simples atitude de levar crianças para brincar nos parques tornou-se notícia nacional. Por que? Porque é algo que está cada vez mais raro, para o mal da humanidade. Torna-se assunto no notíciário nacional também, quem encontrar uma carteira com dinheiro e devolvê-la ao dono. Porque é outra atitude rara. Quem faz esse tipo de coisa é considerado o otário, por quem constuma exigir honestidade dos governantes e bota, por exemplo, uma laranja a mais na bolsa quando está fazendo as compras. Para exigir honestidade alheia é preciso praticá-la. Já resgatar os direitos das crianças em preservar sua infância é um dever da sociedade em geral.





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