No mundo de hoje onde as babás de algumas crianças tem sido nada mais, nada menos do que videogames, TVs, e computadores, muitas vezes tem-se a sensação de que tudo está perfeito. Pois ao chegar em casa do trabalho, os pais vêm seus filhos em frente a telinha sem manifestar nenhum tipo de incomodo, desobediência ou inaceitação de suas ordens.
Estariam eles ouvindo o que dizem no dia a dia? Ou simplesmente não assimilando?
Temos visto nos noticiários, vários tipos de agressões como: buling, adultos contra crianças, explorações etc., E muitas vezes não conseguimos entender de onde vem tudo isso. Para tanto devemos atentar para o modo de vida que temos hoje, relacionado à nossa criação. Alguns pais entendem que comprando tecnologia e trazendo facilidades de diversões individualistas para seus filhos, estão fazendo o melhor para ambos, esquecendo o afeto o carinho, a aproximação tanto física quanto psicológica.
Somos seres humanos com inteligência evolutiva, o que nos leva a ser consumidores de progresso, deixando de lado a tradição, a religião, o amor fraternal.
Trocando a casa pelo trabalho, família por amigos, companheirismo por virtualidade.
Devemos fazer uma análise periódica da família em geral, avaliando as ausências, a causa delas, e o impacto causado no nosso meio familiar.
Adequar a tecnologia à nossa necessidade e não a necessidade da tecnologia na nossa realidade diária.
Aprender a usar a inteligência emocional, fazendo com que nossos filhos agreguem valores a racionalidade.
E com essa frase que já virou bordão: “fica a dica” um final de semana no parque ou num campo de futebol, deve servir para desintoxicar um pouco da tecnologia tão necessária nas nossas vidas.