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Pedro Cardoso

[ Pedro Cardoso ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
É crítico contumaz da inércia da sociedade brasileira nas várias questões de cidadania, especialmente com relação à morosidade vergonhosa das Justiças brasileiras.

 

Tietê, que te quero limpo

Quando surgiram as campanhas de despoluição do rio Tietê que no perímetro da capital e até onde se estendam as consequências começou na década de 90, mas precisamente em 1992, gerava grande preocupação e desilusão quando era cita do o longo prazo para que a água do rio tivesse retomado a vida com a despoluição total.

Era citado o tempo gasto no processo de despoluição de rios em outros países, com destaque para o rio Sena, na França e o Tâmisa, da Inglaterra. Este teria levado trinta anos para ser despoluído totalmente.

Silenciada durante os 18 anos que se passaram no processo de limpeza do rio, agora na capa da Folha de São Paulo há uma noticia impactante. Foram gastos quase 2 bilhões de dólares para a poluição piorar um “pouco” mais.

Nesse período já passaram seis governadores pelo Palácio dos Bandeirantes. Luiz Antonio Fleury Filho, Mário Covas, Geraldo Alckmin, Cláudio Lembo, José Serra e Alberto Goldman formam o grupo de governadores no processo de “deslimpeza” do rio Tietê. Mario Covas por dois mandatos e Alckmin no terceiro são responsáveis pelo período de 14 anos. E o Partido da Social democracia Brasileira – PSDB é pai da criança até a maioridade alcançada no final de 2010. Esse é o número de pessoas envolvidas, mas impressiona mais o de bilhões gastos para  não melhorar nada e agravar um pouco.

Se nada tivesse sido feito a situação seria bem pior, regojiza-se Carlos Eduardo Carrella, um dos diretores da Sabesp, responsável pelo projeto. Esse argumento se compara a outro passado dos ministros de economia que apontavam as soluções para minimizar a inflação. Diziam que uma inflação de 50% ao mês estava ótima perto das previsões de 80, 90% previstos para aquele mês.

Ao contrário de autoridades de países desenvolvidos, as brasileiras costumam justificar qualquer coisa, por mais absurda que seja, sem assumirem seus erros. O gasto astronômico sem resultado careceria de investigação mais acuidada. E deveria ter sido antes de se chegar a gigantesco desperdício. O diagnóstico de onde vem a sujeira já existe. Então fazem-se necessárias algumas alteração de algumas ações e intensificar outras. Não é admissível que o esgoto, seja doméstico, comercial ou industrial seja despejado diretamente no rio. Seria oportuno a fiscalização para punir com rigor quem despejasse quaisquer dejetos nas ruas. Outra medida seria cobrar as prefeituras para implementarem medidas de tratamento dos seus esgotos.

Ninguém nunca na história deste país teria feito tanto caso o rio estivesse limpo, diria cada um dos governadores, numa luta desenfreada para aquisição do título de limpador-mor do Tietê. Apesar de não ter como o PSDB negar ao título de maior responsável, há sempre uma linguagem cifrada para amenizar situação merecedora de todo tipo de apuração.

Mais do que relevante, torna-se necessário apuração da má aplicação dos recursos, pois pode ser normal se gastar quase 2 bilhões de dólares para piorar um pouco qualquer serviço público. Cada governador teria que explicar quanto gastou e quanto piorou na sua gestão.





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