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Patrícia Cozer

[ Patrícia Cozer ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Professora de Inglês. Atualmente se prepara para obter o título de especialista em Literatura Latino-Americana.

 

A saga dos souvenirs

Os pedidos choveram logo após a decisão de visitar Paris e Veneza: "Me traz uma mini-torre Eiffel?", "Quero um chaveiro pro filho do meu primo de terceiro grau", "Pode ser um ímã que represente a cidade", "Se sobrar dinheiro, me compra um postal também?"

Que Paris e Veneza são cidades muito requisitadas como destinos turísticos ninguém é louco de duvidar. Mas que a saga atrás de souvenirs pode ser mais estressante do que a viagem em si, ninguém também é sensato para avisar.

Começando por Paris: ah, lindeza de cidade. A Torre, Notre Dame, Catacumbas, e tantas coisas mais. Ah, as lojinhas: espalhadas em cada canto, caímos na tentação de entrar - e comprar! - na primeira que vimos, virando à esquina. Localizada a 10 minutos da Torre Eiffel, não nos passou pela mente que encontraríamos os mesmos produtos dez vezes mais baratos. Compras em Paris é isto: você gasta, converte, calcula, chora desconto, eles dão e você sai feliz. Passados 5 minutos caminhando, você descobre que sem choro nem vela poderia ter conseguido algo mais em conta. É chaveiro, camiseta, bolsinha, toalha, bandeira, luvinha, globinho, isqueiro, carteira, postal, porta-retrato, caneca, ímã que não acaba mais.

Em Veneza, idem. Ô cidade pra se arrepender com souvenirs! Foi uma rápida passagem, então imagine a pressa de concluir os pedidos de chaveiros e afins. Uma máscara pintada à mão pelo povo local, menor que a palma de nossa mão, custou 3 euros. Felizes da vida, achando que tínhamos feito um bom negócio, continuamos a caminhada, encantados com a cidade dominada pela água. E a nossa alegria foi, literalmente, por água abaixo: em uma rua que lembra Ciudad del Este, no Paraguai, a mesma máscara, linda, cinco vezes maior, pelo mesmo preço. Alguém aguenta?

 A dica é: caminhe. Ande, procure, pesquise, compare, e por fim volte ao primeiro local se mais adiante não encontrou nada que se possa classificar como barato. E quanto à montanha de gente que lhe pede souvenirs, dê um basta. Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas gastar do seu para dar aos outros? Só valendo muito a pena, e por alguém que, na situação inversa, faria o mesmo por ti.

Enquanto puder dizer "Au revoir!" na França ou "Arrivederci!" na Itália, lembre-se: o negócio é pesquisar. 





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