-- Animais & Cia
-- Atualidades
-- Cidades
-- Ciências e Tecnologia
-- Coluna Social
-- Crônicas e Poesias
-- Educacao
-- Empresarial
-- Entretenimento
-- Esportes
-- História e Literatura
-- Humor
-- Informática
-- Internacional
-- Jovens
-- Justiça & Direito
-- Meio Ambiente
-- Pais e Filhos
-- Política
-- Religião Cristã
-- Religião Outras
-- Sexo
-- Terceira Idade
-- Turismo
-- Vida e Saúde
-- X Diversos
.

 
 

Você está em História e Literatura
 
Roberto Bastos

[ Roberto Bastos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Historiador, professor de História, monarquista, budista, ex-músico e eterno estudante de artes marciais.

 

Museus: a História ganha vida.

Símbolo da História

Depois do filme “Uma Noite no Museu”, em que trabalhou a idéias de que a História ganha vida neste local, pois é neste ambiente que se guarda conserva, expõe e conta os acontecimentos históricos, através de seus artefatos, que são as reminiscências materiais de alguma época.

Eles não são apenas os depósitos de relíquias do passado. Desde suas fundações, no Renascimento, aos quais guardavam as coleções da nobreza, artefatos considerados como verdadeiras maravilhas das artes e da natureza.

Porém, através da pesquisa histórica, realizada pelo historiador, na sua análise do objeto, do criador do artefato, do seu portador e dos contextos históricos em que os elementos, citados anteriormente, estão inseridos, faz-se a narrativa da história do artefato exposto no museu.

Com a chegada da Idade Contemporânea, mais precisamente com a turbulência da Revolução Francesa (1789-1799), ocorreu um movimento reinvidicatório para expor ao público as coleções das nobrezas e ordens eclesiásticas.

Entrada do Museu do Louvre - Páris

Desta forma o então, Palácio do Louvre – um palácio real, que outrora foi uma prisão, por isso o nome Louvre (canil para lobos) – foi transformado em museu e abriu oficialmente, no dia 10 de agosto de 1973, suas portas ao público ávido por conhecer seus acervos, colecionados e preparados pelo Ancien Régime (Antigo Regime). Dando ao público a oportunidade de conhecer a sua história, a do mundo e apreciar as obras de arte.

A abertura ao público representou uma forma de recreação, sendo apresentados como Castelos da Cultura e da História das civilizações. Com isso se apresenta a preocupação dos líderes em levar cultura ao seu povo, a fim de ascender suas mentes com esta forma de recreação. E foram construídos prédios ou foram aproveitados espaços de forma a valorizar a alta cultura em suas formas arquitetônicas se estilos neoclássicos, rococós e etc.

Porém, este lazer é conflitado com a cultura imediatista e a cultura de massas, que desrespeitam a alta cultura e desdenham da sua própria História e civilização.

Involução

Destarte, os museus, assim como as bibliotecas, arquivos e teatros, são os refúgios e templos solenes do Logos (conhecimento), civilização, cultura, Clio (História), musas (inspirações artísticas) e da Paidéia.

Vista panoramica do Museu do Ipiranga - São Paulo

Artigo escrito em colaboração da pedagoga Rosemere Cavalcante.





Você gostou deste artigo? Então compartilhe com seus amigos:

 
Facebook
Twitter: Google+

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
s
s
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O botão de comentário acima irá acionar o colunista para te postar uma resposta sobre o comentário. Ou, se preferir, comente usando seu perfil do Facebook:




:: Ariano e sua eterna luta contra moinhos que não são de ventos. ( História e Literatura - José Flôr )

:: História das mentalidades: O Esperanto. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Coração da Mata ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: O redescobrimento do Heliocentrismo e da esfericidade da Terra. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Considerações literárias: diários, semanários e mensários...qual é a melhor escolha? ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Quinze de novembro de 1889 – O golpe da República e a interrupção do processo civilizatório. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: A arte de viver só ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: A desesperança em Wander Piroli ( História e Literatura - Lecy Pereira )

:: O mito da palavra Saudade ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: A Cultura do hedonismo e o Vale+ Cultura ( História e Literatura - Mauro Moura )

:: Profissionais da História ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: A riqueza dos hipônimos e dos hiperônimos ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: A Fábrica de Robôs ( História e Literatura - Lecy Pereira )

:: Da Família Imperial aos funcionários públicos: a destruição das imagens na História. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: A simbologia da Páscoa ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: As línguas indígenas amazônicas: salvá-las ou deixá-las morrer? ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: Mitologia e História: E os heróis míticos. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Pequeno Inventário das Línguas Africanas ( História e Literatura - Antonio Carlos )

:: As palavras comandam a vida ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: Rumo ao Colaborativo ( História e Literatura - Lecy Pereira )
 
 

 


   



Site administrado pela

Biblioteca ||  Classificados
Sala de Bate Papo