
Quando somos pequenos, nos inspiramos em nossos pais, que eram nossos heróis de infância, principalmente, quando realizavam atividades laborais: manutenções, culinárias e etc.
Sempre queríamos ajudá-los, porque a atividade é algo atrativo para uma criança, às vezes, atrapalhávamos e, conseqüentemente, nossos pais brigavam conosco e pediam para que nos afastássemos. Às vezes nos ensinavam a tarefa e este era o momento mais importante, porque dava significado as nossas vidas, além de despertar o sentimento de utilidade, ou seja, nos sentíamos úteis
Porém, com as décadas de 1990 e as iniciais deste Séc.XXI, ocorreu um incentivo a não realização das tarefas domésticas e a repulsa ao mundo do trabalho. O que foi um grande erro, na criação de nossas crianças – uma verdadeira tolice.
Com pena de nossos filhos e pela “falta de tempo” não os incentivamos a realizar tarefas e nem despertamos neles a responsabilidade. Depois, “intelectuais”, Poder Judiciário, pedagogos e a televisão passaram a discursar que “a tarefa doméstica era exploração do trabalho infantil”. Com isso, retirou-se o propósito e desestabilizou a família.
Os adolescentes passaram a exigir, arrogantemente, direitos excessivos, a culpabilizar os pais e o mundo pelas angústias sofridas e a se esquivarem de seus deveres e responsabilidades.
Não contentes, legislativo (deputados, vereadores e senadores), judiciário (Vara de Infância e Adolescência), “intelectuais” e pais pilantras esforçaram-se para tirar os jovens do mercado de trabalho, incentivando-os a serem sustentados infinitamente por seus pais e a viverem dentro das escolas, sem fazerem esforços para conquistar seus méritos.
O ócio é a oficina da mente maldosa, que os setores acima citados se esforçaram em construir. Assim como, a promulgação do E.C.A. (Estatuto da Criança e Adolescente), trouxe o sentimento de impunidade e arrogância, se achando acima da Lei de Causa e Efeito, acima da própria vida e acima do Bem e do Mal.
Hoje com a lei da palmada, tenta retirar o poder de correção dos pais, com isto teremos futuros meliantes, com as “bênçãos” e “proteções” do Estado/Governo e Judiciário.
Trabalhar é uma obrigação, que dignifica as pessoas. O ócio é o verdadeiro crime, que fomenta a angústia, a ansiedade, a preguiça e leva aos descaminhos da vida (crime, caráter incorreto, vandalismo, ilusões, pensamentos errôneos, ações tortuosas, meios de vida incorretos e vicissitudes).
Por isso nossos filhos precisam de incentivo ao trabalho (serviço). Os motivos são:
1° - Filho de pobre precisa trabalhar para não cair na vida de crimes;
2° - Filho de rico precisa trabalhar para aprender a valorizar o que tem e a administrar o patrimônio, gerado pelos ancestrais;
3° - Filho de classe média precisa trabalhar para evitar a vida de crimes, administrarem seus recursos e a ser humilde.