Quero o doce que faz milagre. Que traz a vivacidade do olhar dos que estão entristecidos. E vou. É pra lá que eu vou, e indo estarei voltando aos colares de pedras esmagados, como o rato embriagado e pego numa blitz.
PRA QUEM GOSTA...
Quando a literatura está costurada em nossa carne, dói. Quando a literatura está nos arrastando para dentro de um buraco escuro e cheio de enormes ratos e cobras e baratas o medo é tamanho que sufoca. Quase não me vejo sem esse medo. Ele é tão prazeroso. Tão único. Tão meu!
"O menino voava perto da estatua do morcego, quando percebeu que sua vida estava prestes a se desfazer. Pediu socorro. Seu dito de desespero foi escutado por todo o mundo, mas ninguém, nem mesmo os que poderiam ajudá-lo, moveram-se. Ele caiu. Morreu e voltou. E hoje inferniza o mundo com sua ação de vingança."
( Trecho do meu conto A VINGANÇA DO MENINO)