A busca pelo êxito profissional pode causar problemas para quem não está preparado para os desafios impostos pelo mercado. A maioria das novas empresas sucumbe no primeiro ano, pela falta de planejamento e estrutura. Para melhorar os processos propostos é preciso elaborar uma proposta real de trabalho que irá demandar muita dedicação e vontade.
Os planos que estão no papel, não irão se concretizar sozinhos é preciso de informação e competência para transformá-los me realidade. Para que seja possível administrar é necessário que sejam tomadas decisões a todo o momento, que irá refletir diretamente nos resultados que se deseja obter.
A busca pelo sucesso, reconhecimento, poder aquisitivo e conforto, são objetivos naturais para quem está buscando o sucesso, porém existem alguns fatores não pode ser ignorado o respeito, a ética e o comprometimento para servir como parâmetro são exemplos disso.
A prática e a teoria têm que andar juntas, porém cabe ressaltar que, não basta ter conhecimento desse fato é indispensável oferecer oportunidades, de real crescimento e desenvolvimento dos processos necessários para produção de produtos e/ou prestação de serviços. Cunha (2008) coloca que:
O papel da liderança é fundamental ao êxito da gestão participativa para criar um ambiente adequado ao florescimento das ideias, eliminando os obstáculos à criação e, principalmente, indicando a direção e os rumos que a empresa está tomando em sua estratégia, para melhor direcionar os esforços de todos.
Os parâmetros estabelecidos têm que ser seguidos por todos os funcionários e gestores, independente do cargo hierárquico, caso contrário, se estabelece mesmo que de forma involuntária uma frágil e falha estrutura organizacional.
Dependendo das circunstâncias não há certo ou errado, mas sim, a alternativa mais apropriada frente determinada situação. Logo se chega à conclusão que na realidade todas as situações possuem um ponto de equilíbrio, ou seja, um meio termo, onde as decisões não precisam tender para o extremismo, sendo então possível criar uma ponte que oscile de forma apropriada entre o sim e o não.
“O homem que supera suas limitações. Também ultrapassa seus limites.” (A. D.)