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Carlo Dionei

[ Carlo Dionei ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Analista de Planejamento e Custos. Voluntário no movimento ONDA (Objetivos Novos do Apostolado)

 

Aproveitando melhor o tempo


O tempo é implacável e preciso, embora seja dividido em períodos praticamente iguais (salvo a exceção do dia 29/02 em anos bissextos), inúmeras vezes temos a impressão de que ele transcorreu de maneira mais rápida do que esperávamos.

Provavelmente esta sensação se deve ao fato de não aproveitarmos como deveríamos os momentos que dispomos.

Quando estamos envolvidos com muitas atividades, trabalho, estudos, projetos pessoais, o tempo é curto e passa depressa, mas quando não nos ocupamos muito, devido a algum período de desemprego, aposentadoria ou até mesmo nas férias em alguns casos, deixamos o tempo escoar e ao final do período ficamos com aquela sensação de tempo perdido.

Podemos dizer que tudo aquilo que consome nosso tempo, mas não nos traz algum tipo de benefício, ou pior, ainda nos gera prejuízos, é desperdício de tempo.

Nosso tempo é curto para a quantidade de coisas que precisaríamos aprender no decorrer de nossas vidas, e mesmo assim, por diversas vezes escolhemos consumi-lo de maneira equivocada. Muitas pessoas trocam horas de convivência diária com sua família para assistir novelas ou outros programas que apenas estimulam desvios de comportamento e caráter.

Podemos utilizar como exemplo uma família inteira onde no final do dia a mãe senta na sala para assistir a novela, o pai está no quarto assistindo futebol, a filha adolescente em seu quarto na internet e o filho caçula em outro jogando vídeo-game. E assim passam anos e anos jogando fora um tempo de convivência que jamais retornará.  

Outro exemplo ao qual cabe também uma reflexão é sobre a quantidade de horas que dedicamos ao sono. Sob o aspecto biológico o indicado é uma noite de descanso de aproximadamente oito horas, ou seja, consumir a terça parte de um dia dormindo. Ocorre que algumas pessoas têm o hábito, ou necessidade, de dormirem mais tempo. Se levarmos em consideração a expectativa de vida atual (74 anos conforme levantamento do IBGE no ano de 2011), a diferença entre um indivíduo que durma em média oito horas e outro com média de nove horas corresponde a três anos a mais de tempo útil, desde que corretamente utilizado.

Milhares de pessoas envelhecem e lamentam não ter aprendido a falar uma língua estrangeira, a tocar um instrumento musical, a realizar algum trabalho artístico, como pintura ou escultura. E mais triste do que isto é saber que além de desenvolver conhecimento o tempo de aprendizado poderia de alguma forma ter oportunizado uma maior permanência junto as pessoas queridas.

Além disto percebem que utilizaram de forma errada o seu tempo, e que poderiam ter produzido mais em prol de si mesma e dos outros de suas relações, mas percebem que faltou pró-atividade e sobrou comodidade, faltou estimular mais as atitudes positivas e deixar-se estimular menos por futilidades. 

Quando além de tomarmos uma atitude positiva para a realização de algo que almejamos, conseguirmos motivar pessoas queridas a estarem conosco, descobriremos o quanto os benefícios foram potencializados e que o retorno foi maior do que esperávamos. Assim estaremos nos desenvolvendo, auxiliando no desenvolvimento alheio e possibilitando um tempo maior de convivência com esta pessoas.

O momento para escolhermos trocar algumas horas diárias na frente da televisão por aprendizado em algo que aspiramos é agora, a escolha de reduzirmos uma hora de sono e torna-la útil no nosso dia deve ser feita imediatamente.

Podemos aprender música, produzir arte, falar uma língua estrangeira, praticar algum tipo de esporte, tanto individualmente como com as pessoas que são importantes para nós. O poder de escolha ainda é nosso, só nos falta um pouco de atitude...





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