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Mizael Souza

[ Mizael Souza ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Ator, diretor e professor de teatro; cronista do Jornal de Natal e palestrante.

 

Carta aos Cristãos do Mundo Inteiro

Amados irmãos e irmãs do mundo inteiro que comungam da mesma fé em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que a graça de nosso Deus e Pai estejam com vocês, agora e para sempre.

É com imenso prazer que lhes escrevo esta carta, na intenção de compartilhar com vocês algumas de minhas inquietações no que diz respeito aos rumos que a igreja evangélica vem tomando. Não é de hoje que o Espírito Santo tem me incomodado diante da necessidade cada vez mais crescente de um avivamento espiritual genuíno e bíblico na vida da cristandade espalhada pelo mundo. Tal incômodo não é algo que acomete apenas ao meus espírito, mas todo aquele que crê em Jesus e tem o mínimo de sensibilidade das coisas do Espírito há de concordar que nós, que professamos diante da sociedade crer em Deus e na Bíblia como sua Palavra inspirada, necessitamos com urgência de uma volta imediata às formas elementares da vida cristã, às doutrinas mais básicas da Bíblia acerca da nossa comum salvação.

Quem somos nós? Igreja do Senhor Jesus? O que é ser Igreja? Somos seus discípulos? Que atitudes temos manifestado que atestem isso? Somos filhos de Deus? Qual o nosso nível de obediência ao Pai celestial? Somos templos do Espírito Santo? Que tipo de coisas, de pensamentos e sentimentos têm ocupado esse templo? Somos nação santa? Quem é de fato o soberano dessa nação? Qual tem sido o nosso conceito de santidade? Será que as pessoas têm visto santidade em nosso procedimento? Somos raça eleita? Por acaso sabemos para quê fomos eleitos, qual a finalidade do nosso chamamento? Somos novas criaturas? O que realmente de novo há em nós: nova mentalidade, nova prática de vida, vontade comandada pelo Pai? Somos sacerdócio real? Que sacrifícios espirituais temos oferecido diante do trono de Deus, no altar do nosso coração? Somos servos? A quem temos servido: ao nosso ventre, a Mamon? Quem somos nós irmãos? Ou mais além: o que estamos nos tornando?

Caríssimos irmãos, convém lembrar que os servos de Jesus foram escolhidos e salvos com o propósito de ser sal e luz para um mundo afundado em trevas e imerso em uma vida sem sabor. O servo de Jesus deve iluminar o mundo com os padrões morais de Cristo, com a verdade libertadora do Evangelho. Isto é: somos do mundo, mas não para nos parecer com o mundo, para nos tornarmos trevas e amargor como ele, mas para que ele seja impactado pela nossa presença santa, como escolhidos do Senhor. O que fazer com o sal que se torna insípido? Como pode uma candeia que deveria brilhar e iluminar toda a casa ficar escondida onde ninguém possa vê-la? Irmãos, as pessoas perdidas do mundo precisam se uma luz que as guie e nós temos essa luz, nós podemos lhes mostrar o caminho da salvação, que é Jesus. É olhando para nós, para o nosso santo procedimento, nossas boas obras, que os perdidos glorificam ao nosso Pai que está nos céus (Mateus 5:16).

Qual tem sido o procedimento da cristandade? Que padrões o mundo tem enxergado nos filhos de Deus dignos de serem imitados, dignos de glorificarem ao Pai celestial? O Senhor Jesus disse que o mundo nos conheceria como verdadeiramente seus discípulos se tivéssemos amor uns pelos outros, como lemos no Evangelho de João: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (13:34,35). Vê-se como o amor é uma forma segura de evangelização, de levar as pessoas a acreditarem no Deus de amor que tanto pregamos. Então, se queremos amar ao Senhor, devemos guardar os seus mandamentos (João 14:15), e o seu mandamento é o amor. Jesus, então estabelece um padrão, um parâmetro para que aquele que deseja ser o seu discípulo possa medir o seu nível de compromisso com Ele. Qual o nosso nível de compromisso com Deus? De que maneira temos demonstrado o amor que Ele nos deu, não somente pelos nossos irmãos, mas pelo próximo, pelos nossos inimigos? Infelizmente, meus irmãos, há muito decaímos do padrão de Deus para nós.

Amados, o padrão de compromisso que irmãos da Igreja primitiva tinham com Deus, padrão que os levava até o Coliseu, em Roma, para serem estraçalhados e devorados pelas feras, não é o mesmo que temos hoje. Como se reconhece um cristão ultimamente? O que o diferencia das pessoas sem Cristo que faz com que elas olhem para ele e vejam uma luz sendo emitida do seu caráter? Na teologia neoliberal de hoje, onde os servos de Deus acabam por mesclarem-se aos servos de Baal-Zebul, está cada vez mais difícil distinguir um padrão de mente e de comportamento. Nas igrejas neopentecostais, cuja doutrina liberal tem enterrado muitas das doutrinas santas do Evangelho, o que comprova a ação de Deus sobre a vida do crente não é mais uma mudança radical de vida, um padrão moral elevado, mas uma posição social prestigiada, com a ostentação de bênçãos de prosperidade e milagres de todos os tipos e a todos os preços. O crente é reconhecido como abençoado por Deus e seu filho amado na medida em que prospera, em que ganha dinheiro, em que obtém sucesso empresarial. Estar rodeado de bênçãos materiais é sinal seguro, para tais igrejas, que o crente tem fé e é fiel, acima de tudo nos dízimos.

Será que perdemos o nosso referencial? Será que a cruz de Cristo já não nos diz nada? Será que Deus se transformou em uma ideia cafona de um passado distante. Irmãos, muito pior que o ateu que brada pelos quatro ventos que não há Deus, é o crente que prega sobre Deus em todas as esquinas, mas vive como se Ele não existisse. O que estamos tristemente presenciando hoje na Igreja do Senhor, é o inverso do que o Senhor nos falou: é o mundo que tem influenciado na igreja. A penumbra do mundo tem invadido a Igreja de Jesus: trevas escurecendo a luz; o amargo tornando insosso a único tempero que poderia tirar as pessoas da sua vida vã. Que valores são esses que têm sido trazidos até nós? Os crentes têm absolvido a cultura mundana, seu jeito de pensar, sua forma de agir, sua filosofia, seu estilo de vida pecaminoso e afrontoso. Onde iremos parar?

Os irmãos já devem ter percebido que os crentes estão na mídia. Eles são reverenciados em shows organizados por entidades governadas por pessoas que sequer acreditam na Bíblia, muito menos em Jesus Cristo. Eles se apresentam em programas de TV seculares e gravam CDs em gravadoras que produzem trabalhos satânicos como verdadeiras fábricas de ilusões do diabo. Quando fecham seus olhos para os abusos praticados pela Teologia da Prosperidade, muitas pessoas tornam-se “amigas do Evangelho”, escutando música gospel e até frequentando cultos. Onde muitas pessoas podem enxergar uma abertura do mundo para o Evangelho, eu enxergo a acomodação da Igreja em fazer amizade com o mundo e se esquecer da sua missão de sal e luz, de pregadora do Evangelho de Cristo, um Evangelho de arrependimento e conversão para a salvação. 

Irmãos, eu vos conclamo a pensar sobre isto: se o mundo está em paz conosco, se ele parece nos amar, talvez seja porque deixamos de fazer diferença e passamos a ser igual a ele. Nosso discurso não incomoda mais, nossa presença tornou-se indiferente. Benção? Não, maldição! Não existe comunhão entre trevas e luz. Se não incomodamos mais o mundo com a luz e o sal de Cristo, pode ser que nosso discurso tenha mudado e tenhamos passado a adequar a nossa mensagem aos padrões do mundo, fingindo que nada está acontecendo, que as pessoas não estão indo para o inferno, para que possamos viver tranquilamente no mundo, em paz, livre de conflitos, respeitando a religião dos outros e seu direito de não crer em Deus. Demos as mãos ao mundo. Não é o mundo que está ficando amigo dos crentes, mas sim os crentes que estão se tornando amigos do mundo, mas sem a intenção de ganhá-lo para Jesus. Luz que não ilumina, sal que não salga porque não tem mais sabor em si mesmo.

Que boas obras temos mostrado? Que testemunho temos dado? Pastores compram redes de TV ou alugam programas nestas redes não para pregar o Evangelho de Cristo, mas para falar de fortunas em dinheiro e de curas milagrosas para todas as moléstias. A imagem da cruz perdeu o seu espaço para closes nos rostos emocionados e chorosos de bispos e apóstolos, movimentando-se em câmera lenta, enfatizando seu sofrimento pelos aflitos. No lugar de Cristo são apresentados carros importados, iates, apartamentos caríssimos, empresas milionárias, jatos particulares. Os crentes não são mais chamados para servir, mas para enriquecer. Irmãos, a Bíblia diz que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Senhor. Mas cuidado: isso não é igreja! E aqueles que se servem desses artifícios não são pastores, são mensageiros de Satanás e possuem muitos seguidores. Entretanto, muitas igrejas tem se deixado levar por esse modismo diabólico, tem se deixado moldar pela Teologia da Prosperidade a se aproveitado da situação para engordar seus dízimos e ofertas.

O juízo de Deus está sobre a sua Igreja. O nome de Deus tem sido blasfemado por nossa causa. Aos poucos os cristãos estão-se convencendo que o seu Deus é apenas mais um dentre tantos outros que dizem existir. A sua verdade não é mais absoluta, mas é apenas mais uma dentre tantas outras. Agora tudo parece relativo: o certo e o errado, o bem e o mal. O mundo tem reduzido a fé dos cristãos a apenas mais uma filosofia, a apenas mais uma forma de explicar a existência de Deus. Os ateus fazem a festa. A grande maioria dos ateus, quando querem provar que Deus não existe ou que a simples ideia da sua existência é abominável, apelam para os atos escusos de muitos cristãos, atos de assassínios, hipocrisia, roubo, fraudes, inquisições, perseguições, intolerância, prepotência, ganância. O mais terrível não são as acusações, mas saber que elas são verdade.

Irmãos, não é somente na Igreja que a Palavra de Deus não tem sido pregada. O Evangelho também não está mais nas ruas, porque o crente de hoje não sai mais para evangelizar. Parece ser algo cansativo, enfadonho, inútil. Somente os incansáveis Testemunhas de Jeová, que rejeitam a soberania e a divindade de Cristo é que se dispõem a ir de casa em casa levando a sua crença. Os que se professam crentes, estão recolhidos no conforto de suas suntuosas catedrais, com poltronas estofadas, ar-condicionado, água fresca, festividades, gente cheirosa e bem vestida, e o principal: promessas de bênçãos sem medida que só encontra limites na sua fé. Em suas confortáveis igrejas, os crentes evangélicos ouvem aquilo que massageia o seu ego, que vai ao encontro das suas necessidades espirituais, físicas, emocionais e, acima de tudo, financeiras. Que pastor cometerá a loucura de falar de arrependimento de pecados, confissão, perdão, mudança de mentalidade, transformação do coração, busca por santidade, serviço a Deus e ao próximo? Como falar de recompensa após a morte para um público que anseia recebê-las agora, já, imediatamente? Tais pastores não confrontam seus fiéis em pecado, porque tem medo de perder sua contribuição financeira. Mas ele sabe de cor os versículos que falam de prosperidade, de vitória, de unção, de poder, de autoridade, de fé que faz brotar rios de dinheiro.

Amados irmãos, gostaria de estar exagerando, surtando, mas infelizmente a verdade é esta: muitas pessoas estão na Igreja sem estar em Cristo; ou estão em Cristo apenas por interesses próprios e não do Reino de Deus. Muitos irão descobrir que estiveram cegos apenas quando o Senhor Jesus voltar e eles ficarem, com seus iates, suas contas bancárias gordas, suas empresas multimilionárias. Tais pretensos crentes descobrirão tardiamente que seu deus era seu ventre, que seu senhor era sua própria consciência, que seu salvador era apenas um escravo de seus caprichos. Sem compromisso com Deus, com a sua Palavra, com o seu Reino, com as pessoas, tais crentes perecerão eternamente e nada do que juntaram durante toda a sua vida poderá mudar isso. Não vai adiantar rosa ungida, vela acesa, copo de água, dízimo, sessão de descarrego, culto dos milagres, cruzadas... Tudo estará findado para eles. Você quer estar entre esses? Quer ficar quando Jesus levar os seus?

A igreja de nossos tempos está desfigurada. É a igreja dos coitadinhos que estão sofrendo e precisam do colinho de Deus. Como se Deus fosse compactuar com seus pecados! Como se Ele não fosse justiça e juízo! Onde está a pregação do Evangelho? Onde está a justificação pela fé, o amor à Palavra de Deus, o evangelismo, a responsabilidade social, o discipulado? Gostaria que você se lembrasse do dia em que fez sua decisão para Jesus e se respondesse algumas dessas perguntas: O que o motivou? Que mensagem foi pregada a você que o fez decidir-se por seguir a Jesus? O que o leva a continuar frequentando a Igreja? Vou lhe dizer algo que pode lhe chocar: pode ser que você jamais tenha aceitado a Jesus de fato. Se você foi à Igreja atraído por promessas de prosperidade, se você disse “sim” para as bênçãos que o pastor prometeu que Deus lhe daria se você se convertesse, pode ser que Jesus para você não seja nada além de um grande cofre cheio de dinheiro e esse tipo de crença não lhe garante lugar no céu.
Cristo não se sacrificou na cruz para que tenhamos uma vida de prosperidade financeira, mas para que nossa vida seja abundante da graça e da misericórdia de Deus, uma vida remida pelo seu sangue, selada com o Espírito Santo e santificada. O trono de Deus não é um caixa eletrônico e o nome de Jesus não é uma senha que lhe trará fortuna, fama e poder. Caríssimos irmãos, a Igreja do Senhor precisa se reencontrar com Cristo, precisa abrir a porta para deixá-lo entrar. Ela precisa de profundo arrependimento, de uma busca desesperada pela face de Deus, pelo seu perdão e misericórdia. quantos crentes são capazes hoje de defender biblicamente a sua fé? Quantos são capazes de explicar a doutrina da salvação? Quantos entendem o que é justificação? Findamos como a igreja SSS: Sentados, Salvos e Satisfeitos. Sentados estamos e satisfeitos também, mas será que de fato somos salvos?

Qual é a missão as Igreja? Jesus disse: Ide por todo mundo e prosperai? As mensagens transmitidas pelos pastores já não transformam mais o caráter dos crentes, já não causa mais comoção em ninguém pelos seus pecados nem gera incômodo algum. São mensagens psicológicas e de autoajuda, que ensinam os crentes a enfrentarem as agruras do mundo, mas não os ensina a enfrentar o monstro chamado pecado que existe dentro de cada um deles. Os ministros, por sua vez, já não estudam mais a Bíblia, pregam em cima de mensagens que tiraram da Internet. Nossa visão está distorcida, nossos valores estão invertidos, nossa causa deixou de ser a causa do Reino de Deus. Não buscamos mais conhecimento de Deus, mas apenas experiências místicas, com ares de poder, como falar em línguas, curar, profetizar. Se no catolicismo romano as pessoas acabam idolatrando aquele que opera milagres, no protestantismo nós acabamos idolatrando os próprios milagres. Queremos ouvir vozes, ver vultos, flutuar como os anjos. Queremos ser aquilo que Deus não nos chamou para ser.

Termino esta carta, meus amados irmãos, com bastante temor, pois sei o quanto tenho errado. De fato eu poderia afirmar como o apóstolo Paulo: sou o maior dentre os pecadores. Mas eu creio num Deus de misericórdia, que nos libertou do império das trevas e nos deu vida eterna em Cristo, para que vivamos de maneira diferente em uma vida santa e irrepreensível. Creio num Deus de amor, que se sacrificou por nós, que nos comprou com seu precioso sangue e nos chama de filhos. É preciso voltar ao primeiro amor, ler a Bíblia e vivê-la real e verdadeiramente. É preciso deixar de olhar para nosso umbigo e enxergar o próximo que padece de fome e de pecado ao nosso lado. É preciso acabar com esse discurso cheio de ódio e de rancor pelos pecadores, como os homossexuais, para falar do amor de Deus com a mesma misericórdia com que Ele nos amou. Porque somos salvos nos achamos superiores aos que não são. É mentira! O que somos e o que temos, só são possíveis pela graça de Deus. Se fosse possível retirar a graça de Deus da nossa vida, estaríamos perdidos.

Portanto, irmãos, ajoelhemos e nos prostremos diante da poderosa mão de Deus, humilhados e aflitos, esperando que Ele opera maravilhas em nós. Que o mundo possa olhar para nosso santo procedimento e glorificar a Deus, desejando ser como nós, estar na Igreja, não pelas bênçãos financeiras, mas pela transformação que o Senhor opera na vida daqueles que o amam. Que sejamos nós – os que lemos esta carta – a ser os primeiros a aceitar passar pelas mãos do Lapidador da nossa alma. Que Deus opere na nossa mente e no nosso coração a sua boa, agradável e perfeita vontade, para que o adoremos em espírito e em verdade, porque Ele é digno.

Que o amor de Deus e as consolações do Espírito Santo esteja sobre a sua vida, agora e para sempre, em nome de Jesus.





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