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Manoel Tupyara

[ Manoel Tupyara ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Bacharel em comunicação social, habilitação jornalismo, graduado pela Universidade Gama Filho

 

República Federativa da Hipocrisia I

O nosso país por questão histórica nutre aquilo em que um sociedade civilizada mais combate: a hipocrisia. O domingo televisivo está infestado de programas direcionados as classes mais baixas de nossa sociedade com o violento intuito de içar o maior números de pontos do Ibope.

Por este motivo não interessam os programas de entretenimento um conteúdo intelectualizado. Primeiro: oitenta e sete por cento do povo brasileiro não foi adestrado a pensar, a ler, a escrever e isso não se deve só aos governantes de hoje, já vem desde a nossa colonização e infelizmente se extende aos nossos dias.

Segundo: esse fato facilita ao empresariado da comunicação no país veicular conteúdos indigentes, pobres, esmoleiros, vergonhoso, digno de um povo órfão daquilo que é  obrigação de uma emissora de televisão que é o serviço de qualidade para à população e ela tem que está comprometida com isso. Entretanto, não o faz porque também carece de obrigação, não tem um órgão oficial que a patrulhe, uma vez que os nossos governantes igualmente incongruentes ignoram as necessidades intelectuais do povo para que esse enxergue além da linha do horizonte.

O domingo de Páscoa foi o modelo dessa epítome. A rede de maior audiência do país, veicula um programa direcionado as classes D e E, até ai nada mau. O mau que há é a essência fingida contida em todo o programa levado ao ar no inicio das tardes dominicais. A encenação está translúcida; ambiente zombeteiro, vocábulos picarescos, tudo aquilo que uma sociedade decorosa enxerga como perniciosa essa atração agrega.

Essas pessoas que projetam cenas com o intuito de somar números no Ibope sem se importarem com à saúde das classes menos prestigiadas, nos seus íntimos abominam os personagem que fingem adorá-los. Para a infelicidade dessas castas elas não têm as condições racionais de assimilar esta vexação.

A televisão aberta está repleta de programas recheados de ideias que primam pelo flagelo alheio, não teriam vantagens fazendárias se a nossa colonização não fosse um proveito de piratas escroques. O sêmen inserido neste útero gerou o que vemos hoje, um povo sem dono, sem beira e sem eira. É uma manada que atravessa uma terra sem destino, caminhando um atrás do outro, atravessando rios, engolindo capim, bufando saliva pelas narinas, aceitando de bom agrado as vergastadas desferidas pelos seus senhores abastados.

A esta veracidade, não se tem um diagnóstico que determine um fármaco que erradique este morbo. A tendência é aumentar esta catástrofe em proporções geométricas. A esta enfermidade que no Brasil não entra remédios para estancá-la e eliminá-la dos nossos corpos, restam àqueles que em números reduzidos, que estão subtraídos dentro do nosso universo de duzentos milhões de habitantes, é avistar através de uma objetiva de um satélite espacial a dimensão da massa ignara que o nosso país desempenhou neste mais de quinhentos anos de descobrimento, com a dádiva de um abuso irresponsável ao libertino modelo de governar desses gestores que não passam de uma partícula do povo indigente brasileiro.





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