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Roberto Bastos

[ Roberto Bastos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Historiador, professor de História, monarquista, budista, ex-músico e eterno estudante de artes marciais.

 

Da Família Imperial aos funcionários públicos: a destruição das imagens na História.


 O discurso na História tem o verdadeiro objetivo de expôr os fenômenos históricos e seus agentes como objeto de estudo e apreciação da memória social. Contudo a partir do momento em que se faz um discurso voltado a um interesse ideológico, seja partidário político ou sociopolítico ou institucional religioso (fanatismo), teremos a desconstrução das verdades históricas, ou seja, tronar a História um discurso retórico e tendencioso, que neste caso específico a torna uma mentira.

Este fato ocorreu com a desconstrução da Família Imperial após a queda da Monarquia no Brasil, em que o regime republicano se empenhou em retirar das vistas do público todos os símbolos da monarquia e denegrir a imagem dos membros da Família Imperial expondo e maximizando seus pequenos defeitos.


Atitude este, tomada tanto pelos primeiros republicanos como por historiadores de esquerda, pois existe entre eles um Modus Operandi na destruição da memória e na deformação do discurso, a fim de alterar a História em favor das oligarquias e oclocracias na construção de si mesmos como “salvadores da Pátria”.

A mesma coisa acontece com os servidores públicos, que atualmente passam por um processo de perseguição, desvalorização e extinção. Tanto o público quanto os políticos criaram a imagem de “servidor público vagabundo e armador”, pois quem se esforça em não trabalhar são os políticos e o próprio povo, que através do estratagema retórico de Lênin:

Xingue-os do que você é , e acuse-os do que você faz!!!”

Pois quem deseja o fim dos servidores públicos são aqueles que querem estar no lugar deles para não trabalharem.

A ideia dos servidores públicos e dos concursos de ingresso partiu do Sábio de Lu, Kung-fu Tsu (Confúcio), que almejava um Estado gerido e administrado por pessoas capazes, honradas e por cavalheiros. Platão foi mais taxativo sobre os benefícios dos servidores, pois para este filosofo grego o Estado deveria suprir as necessidades mais básicas – comida, moradia, vestimentas, moradia e recursos para o trabalho, com condições para exercer seus ofícios.


O Imperador D. Pedro II e sua Filha a princesa Dª. Isabel, sempre tiveram respeito e bom trato com os servidores públicos a fim de promover um bom funcionamento no Estado.

Getúlio Vargas regulamentou esta função através da formação do Estatuto do Servidor Público e instituiu os concursos públicos no Brasil. Como foi citado no artigo anterior sobre os pijânio de Jânio Quadros1, na edução e na formação do servidor público e sua valorização deste profissional.

Desta forma as imagens da Família Imperial e dos servidores públicos, foram alteradas de forma a denegri-los. A História foi alterada e é necessário a investigação sobre os fenômenos históricos, pois algo esta errado. A Família Imperial era muito querida e amada e o povo grato por seu trabalho civilizatório. A História se repete com os servidores públicos.

Portanto devemos retomar nosso processo civilizatório, desvelar a realidade oculta, valorizar os servidores públicos e compensar a Família Imperial.


Notas:





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