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Roberto Bastos

[ Roberto Bastos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Historiador, professor de História, monarquista, budista, ex-músico e eterno estudante de artes marciais.

 

Quinze de novembro de 1889 – O golpe da República e a interrupção do processo civilizatório.


 Durante muito tempo foi construído a imagem de uma “República que veio para nos salvar de das garras de uma monarquia decadente e retrograda”.

Porém, se for feita uma análise mais apurada e comparativa sobre o fenômeno histórico virá à tona uma realidade que nunca foi apresentada nas aulas de História e nunca foi exposta na historiografia, em virtude da destruição da figura da monarquia e do aprofundamento da ingratidão do povo.

A 1ª análise que se necessita fazer é que o nascimento do Brasil se deu em sete de setembro. Ou seja, iniciou-se um processo de surgimento do Estado, motivado pelos valores civilizatórios para se formar a Nação ou a idéia de patriotismo, durante o Séc. XIX. Tendo na sua vanguarda homens honrados e dignos.


 Pois todo homem nobre era movido pelos fatores de valores maiores e o valor de uma atitude na declaração de uma independência levou os homens tanto daquela época quanto do período posterior, o Segundo Reinado, em virtude da formação de um país, principalmente no Séc. XIX.

Porém, para a construção de um patriotismo e do processo civilizatório, que se perdeu durante a proclamação da República e dos golpes que se processaram na História do Brasil republicano. Faz-se importante ressaltar a ação de pessoas que se destacaram no processo do sentimento nacional no Segundo Reinado, tendo como exemplo a figura estoica do Imperador D. Pedro II, assim como os símbolos e as datas de sua ocorrência. Não apenas como emblemas, mas como marcos importantes na construção de nossa civilização e patriotismo.


Por isso, para que sejam resgatados estes valores se deve regressar o ensino de Moral & Cívica, pois os valores práticos da moralidade ministrados nesta matéria, assim como, a citação e explicação desta datas, que marcam um momento de transição. Mas estas datas têm fundo místico em seus momentos de mudança, pois eles são carregados de energias e forças, que em virtude de suas condições favoráveis regem uma mudança significativa, ou seja, o fator metafísico se faz presente nas datas históricas.

Portanto, precisamos de heróis, para guiar nossas ideais, e datas históricas, como o 07 de setembro e o 18 de julho de 1841 – data da coroação de D. Pedro II, a fim de marcar um processo de transição de um evento histórico, assim como precisamos de símbolos e de místicas para dar sentidos a nossas vidas.






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