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Roberto Bastos

[ Roberto Bastos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Historiador, professor de História, monarquista, budista, ex-músico e eterno estudante de artes marciais.

 

Videogames: a consolidação do hedonismo.

 

Um grupo de adolescentes contaram para este autor sobre a mais recente modalidade de ganho financeiro através da diversão, que seria ganhar a vida jogando videogame, ou seja, através da diversão eletrônica ganhar uma fortuna considerável. O que expressa erros atuais no materialismo, no hedonismo e na criação de nossos filhos.

Algumas décadas atrás os pais almejavam e educavam seus filhos para serem cidadãos honestos, trabalhadores e exemplares e estes homens e mulheres maduros eram nossos modelos de vida. Porém, com os adventos da tecnologia, do videogame, da Internet, da omissão dos pais somadas ao ECA e a influência do materialismo exacerbado com o apego ao hedonismo e com o incetivo à vagabundagem, gerou um novo e assustador tipo de jovem que não quer trabalhar e quer adquirir dinheiro rápido, fácil e em grande quantidade.

Tal jovem busca através do apego à ilusão e ao ócio nocivo um forma tirânica impôr o seu desejo vazio de propósito, tendo como mola motriz desta pseudo-motivação uma forma de lucro imediato trazido pela tecnologia e pela informática voltada para a diversão.


Este fenômeno atual tem incentivo das grandes empresas de jogos eletrônicos e grupos de interesses em deformar os jovens e as sociedades atuais com campeonatos que premiam os jogadores em dinheiro nestes eventos. Afirmando que eles ganham por mês a quantia aproximada de R$250.000, 00.

Entretanto, este desvio começa em casa com os pais que incentivam e impõe seus filhos a obterem bens materiais e a levar vantagem em tudo, tanto em discurso como por atitudes, ou seja, criam uma criança ou um jovem de moral desvirtuada, em que o importante é ter mais do que realmente ser.


Contudo esta é uma natureza inferior que os homens têm em virtude de seu apego ao que é fácil, prazerosos e ligado ao seu lado bestial ou instintivo. O estoico Epiteto nos ensinou que: “A verdadeira Liberdade consiste no domínio de nosso impulso”.

Desde o advento dos videogames da década de 1980 no Brasil os jovens procuravam se divertir com estas máquinas eletrônicas, porém sabiam equilibrar esta com outras atividades sociais e recreativas com outras criança e jovens. Seu mundo não ficava resumido a uma tela de computador e havia um plano de vida. Embora poucos jovens se atinham ao idealismo, mas os materialistas existentes possuíam uma ética e sabiam dosar esta angustia.


Nossos filhos são angustiados e encontraram neste materialismo antiético uma forma de enganar sua fome e impor um modelo de mundo juvenil ligado ao ócio nocivo e apegados ao hedonismo.

O filosofo Platão nos afirmava que deveríamos dividir o nosso tempo em seis horas de atividades distintas entre o sono, o trabalho, o estudo e os Divinos Ócios, sendo estes utilizados numa forma de aproveitamento de tempo para o uso de Hobbies, ou seja, os nossos talentos, a nossa vocação, aquilo que fazemos melhor sempre ligados as Artes, as Musas, as Atividades Físicas e contemplações harmônicas interiores (meditação) e exteriores (passear ou contemplar a Natureza ou Kosmos). Poucos pais cientes desta filosofia aplicam e incentivam seus filhos nesta direção.


O que nos parece é que teremos mais uma geração perdida para o ócio, a vagabundagem, a Tirania oclocrática, as paixões e para o hedonismo.






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