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Manoel Tupyara

[ Manoel Tupyara ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Bacharel em comunicação social, habilitação jornalismo, graduado pela Universidade Gama Filho

 

É paradoxal

Na reta final da campanha eleitoral no Brasil fica muito difícil acreditarmos que o nosso pleito está com um sudário de comédia.

Não queremos pensar assim, deste jeito, o ontem pode não repetir  hoje, tudo muda na vida, aliás, o que mais o brasileiro suplica é por transformações.  Mas se por outra uma parcela do povo pensa diferente, essa partícula tem a sua razão, ela não deixa de ter motivo, tudo é motivo de especulações se tomarmos por base exemplos de passados recentes.

Sabemos que a política é um ninho venenoso de interesses dúbios, onde o postulante é capaz de dizimar a própria genetriz por um espaço no chamado congresso ou assembléia. Esse comportamento dos nossos homens de “bem” que elegemos para defender os nossos interesses e por muitas vezes fomos e somos covardemente traídos.

Esse motivo é racional, pois vivemos em um país em que tudo que é impossível em outras terras, aqui é bem possível e bem fácil de acontecer, sabem por quê?  Em um país em que seus governantes não têm o menor interesse de incentivar o povo em freqüentar os bancos escolares com motivos mais que óbvios, é imediato que os incautos aceitem quaisquer argumentos, mesmo sendo incongruentes e irracionais.

A arquitetura do mal aparece bem planejada agora, época de eleições; a falta de escolas para a sociedade, o carecer da saúde e segurança pública, a raridade de política de saneamento e outras necessidades elementar.

Neste ano de 2014 há coisas que remete o homem bem informado há trinta anos, quando tivemos a nossa primeira eleição para governador em 1982 após o golpe militar de 1964, quando o então postulante ao cargo, Leonel de Moura Brizola, foi vitima de uma arlequinada arquitetada por uma emissora de televisão e uma empresa de nome Proconsult, que segundo o Observatório da Imprensa, só existia no papel.

Aqui no Rio de Janeiro, acontece algo que no mínimo é uma fábula. É imaginável que um candidato da situação possa estar levando vantagem na intenção de votos, se  o seu antecessor, do mesmo partido, foi uma ofensa a todos aqueles de bom caráter que creditaram confiança nele e este os traiu de corpo e alma.

A leitura que nós temos é que a estrutura continuará a mesma, porque o povo quer repetir aquilo que ele (como povo) achou bom. O que juntamente intriga é que esses números subiram de maneira algébrica sem explicação, pois nem debate na televisão houve, para que se pudesse fazer um termômetro dessa súbita vantagem.

O espelho sujo do passado queira ou não, deixa-nos uma nódoa que não podemos desprezar. Uma máxima que existe antiga é que o assassino sempre volta ao local do crime. Quem duvida que outro caso Proconsult esteja submerso em um véu de incógnita?

Toda atenção é pouca na apuração para governador do Rio de Janeiro, está tudo muito suspeito. Os holofotes devem estar atentos a cada segundos e centésimos, não queremos ver a nossa democracia ser ofendida em troca de subjugar o povo fluminense mais uma vez, ele o povo não tem culpa pelas autoridades o enganar e por outro lado também tem meã culpa, é meio paradoxal, mas é a verdade, paradoxal com é a nossa política, paradoxal como é a nossa cultura.





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