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Roberto Bastos

[ Roberto Bastos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Historiador, professor de História, monarquista, budista, ex-músico e eterno estudante de artes marciais.

 

Apreciação literária: Paz Guerreira de Talal Husseini.


 No início deste novo século um obra literária brasileira foi lançada. É um romance filosófico, que se baseou em diversas obras e best-sellers contemporâneos, tanto cinematográficos como literários. Estamos falando de uma epopeia conhecida como “Paz Guerreira”, que tem no seu enfoque ensinamentos filosóficos da “Arte da Guerra” e da arte marcial, o Nei Kung.

O Autor é um brasileiro de descendência árabe, nascido no Estado do Paraná, empresário, praticante da referida arte marcial e filósofo. Pesquisou durante um bom tempo todas as fonte necessárias a fim de escrever este obra, que aborda dois mundos, um onírico – que se passa no Egito Antigo – e outro em um mundo alternativo semelhante Antiguidade Tardia. Seu nome Talal Husseini.


Esta obra explica através de seu subtítulo “O caminho das dezesseis pétalas”, sobre as virtudes necessárias para a formação de uma civilização e da condução aristocrática para conduzir um Estado. Porém as pétalas são divididas em quatro eixos para agrupar quatro virtudes que se relacionam para conduzir os homens comprometidos com o Ideal e o processo civilizatório, descrito no livro.

Os opositores deste obra e de seu autor parecem não ter compreendido a mensagem que foi passada e dos ensinamentos contidos nos capítulos escritos pelo autor. Contudo, vale ressaltar que muita gente se diz “crítico literário” e outros estão realmente comprometidos com a barbárie e a pilantragem nacional. O primeiro grupo defende o seu ego e a seu apego a sua própria opinião, porém devemos respeitar a opinião de cada um, pois nem sempre podemos agradar a todos, sendo assim o gosto literário é de cada um.

O segundo grupo são pessoas com prometidas com a manutenção da ignorância, da barbárie e com o processo revolucionário de esquerda a fim de desviar pessoas capazes de pensar livremente e de atacar aqueles que expõem a verdade e as alternativas para nos voltarmos ao processo civilizatório e a evolução espiritual, ou seja, as virtudes que formam uma sociedade digna e evoluída.


O autor utilizou diversas obras para escrever o seu livro o que demonstra humildade e investigação. Humildade, para homenagear autores e grandes mestres que o antecederam, assim como ele homenageia seu mestre e sua esposa. Investigação para procurar bases e conteúdos necessários para a formação de seu livro, assim como a exposição dos ensinos antigos e atemporais contidos nesta obra. Foi como a destilação de formulas antigas para formar um banquete para a sociedade.

Paz Guerreira se tornou uma obra filosófica em forma de romance, alternando o mundo onírico e relacionando com o mundo real alternativo explicando de maneira implícita a missão do protagonista e de seu equivalente onírico. Pois nesta obra a missão é a mensagem deixada pelo autor a fim de explicar o Karma. Pois a missão só pode ser missão se a abraçamos como um foco nas nossas vidas e, claro, ela deve estar relacionada com a nossa vida e a condução dos povos à autorrealização e à civilização.

Aos conhecedores da Filosofia abordada nesta obra vão compreender de forma clara os anagramas e símbolos utilizados para falar sobre os caminhos que unidos nos levam a Magia do Estado e dos antagonistas deste supremo ideal.






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