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Manoel Tupyara

[ Manoel Tupyara ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Bacharel em comunicação social, habilitação jornalismo, graduado pela Universidade Gama Filho

 

O Felipe Scolari estava certo

O técnico da seleção Felipe Scolari tinha razão, a derrota imposta pela Alemanha ao Brasil em plenas terras tupiniquim, não iria afetar nada, ou seja; a vida dele iria continuar a mesma, as dos jogadores também, era tudo normal na concepção do Scolari, um escore de sete a um, embaixo dos olhos dos donos da terra.

E ele estava certo, o Brasil caminha em passos normais, realizamos as nossas eleições, estamos preparando a folia e milhões de projetos a serem realizados para o bem do povo nacional. Ninguém morreu com a derrota humilhante, hoje, aliás, aceitamos de bom agrado o técnico que abriu os braços para as sete bolas dentro de nossa rede.

Escutando e falando com o Brasil, podemos observar que o seu povo esqueceu a humilhação do nosso escrete frente os alemães. Os fanáticos que por ordens naturais das coisas deveriam está cobrando não só do técnico e sua comissão, mas também dos cartolas da Confederação Brasileira de Futebol.

Mas isso é ótimo, pois liberta o povo brasileiro daquele estigma de que nós somos o país do futebol, que não existe outro povo além do nosso que saiba bailar bem com a redonda na ponta dos pés. A vida é igual a uma redação, ela tem início, meio e fim e, talvez o nosso fim chegou, temos que nos conformar, nada é para sempre, já tivemos os nossos dias de glórias, agora vamos aplaudir outros povos daquilo em que um dia fomos reis.

Infelicidade mesmo teve a seleção brasileira em 1950, em pleno Maracanazo, aliás, Maracanã, em pleno Rio de Janeiro contra a seleção uruguaia foi derrota diante de mais de cem mil pessoas. Até junho do ano passado, este escrete era criticado as últimas consequências, inclusive os jogadores que já faleceram não tiveram indulto pós-morte da nossa imprensa e torcedores e só perdemos de um gol de diferença.

A derrota brasileira frente aos alemães aqui no Rio de Janeiro foi de certa forma uma lição, pois, o povo e crítica têm por obrigação de esquecer 1950 assim como esqueceu 2014. 1950 está no vácuo da omissão de 2014. O fim da injustiça com aquele selecionado chegou, tarde, mas chegou.

Não só nós brasileiros, mas o ser racional de um modo geral tem que ser surrado impiedosamente para aprender. Há vinte ou trinta anos já mais poderíamos imaginar que a derrota do Brasil nas vistas de todo nós poderíamos achar isso natural. Naquela época uma derrota de um simples gol seria motivo de uma revolução em nosso futebol, até suicídio seria possível e tentativa de homicídio aqueles que comandam aquilo que temos mais de caro.

Jesus Cristo poderia descer no Brasil para nos conformar, mas com certeza o nosso messias não teria sucesso tamanha a sisudez que os nossos Irmãos cuidavam o esporte bretão.

Olimpíada a vista, sinal de novos tempos, outros esportes virão, quem sabe que o Brasil vai se casar com um novo desporto? Cara nova, amor novo, paixão efervescente... O que virá por ai? O que vier estará muito bom. Tomara que o brasileiro lhe abrace com muito agrado, sem fanatismo, olhando o esporte como uma fonte de entretenimento, saúde e por         que não uma fonte de riqueza de espírito?





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