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Jorge Azevedo

[ Jorge Azevedo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Paisagista, Decorador, Professor e Poeta

 

Imigração... Ou fuga?

Imigração, ou trata-se simplesmente de fuga? Fuga, ou simples desespero de multidões sem esperanças, sem perspectivas, sem medos?

Lançam-se ao mar homens e suas famílias. São suas famílias, velhos e crianças ignorantes na arte de sobreviver entre ondas e tubarões. Encoraja-os seguir, as balas e espadas de homens que fazem das espadas e balas, caminhos para valas.

Estagna-se o mundo, não diante do horror de corpos apodrecendo nas praias, estagna-se o mundo na inercia de deixar acontecer sem atitudes concretas para conter o barbarismo dos algozes.

Vomitam em praias noturnas, depauperados seres, famintos e sedentos, não somente de comida e água. Sedentos de apoio, de socorro, de ajuda e quando pisam na areia, encontram fronteiras desumanas guarnecidas por arames farpados, homens fardados com armas letais e cães raivosos mostrando presas famintas de carne humana.

É como fugir de uma vala de morte para sucumbir em outras valas de morte. A imigração, nesse caso, não pode ser tratada como simples imigração. Deve ser tratada pelos governantes do mundo, independente de ser fronteira ou não, como atitude humanitária. A solidariedade não se faz somente com roupas utilizáveis e rações de guerra. A solidariedade se faz combatendo no front, os algozes. A imigração, como está ocorrendo, pede socorro, e o socorro deve ser selvagem, protagonizado pelas grandes nações com suas armas letais.

Ou o mundo está aguardando o surgimento de um novo reich, dessa vez, não manipulado pela Alemanha, que, dando mostra de maturidade humana e social, socorre àqueles que buscam nela, socorro?

O mundo classifica-os. Eles são refugiados, eles são imigrantes, eles são fugitivos, são invasores... Que interessa nesse momento? Eles são humanos, são pais, são mães, são filhos, são avós, são gentes. Se fogem das guerras onde armas letais dizimaram todos os conceitos de respeito, como se sentem sendo recebidos por homens armados com armas letais, como se fossem ele, os criminosos fazendo jus a penas restritivas?

Entre os que buscam ajuda, certamente encontram-se os que buscam atentados. A obrigação é dos serviços de inteligências identificarem-lhes e separá-los de entre os que fogem deles.

A Europa é o portão da liberdade, não deve ser considerada, o depósito de seres, simplesmente. A Europa deve ser apenas o caminho por onde transitarão para o mundo esses seres sem mundo. A América, a Ásia, a Oceania, todos os continentes livres devem abrir suas portas e fronteiras para abrigar quem se encontrou desabrigado de suas terras, dos seus costumes, de sua gente.

Hoje, dando exemplo, encontramos a Alemanha abraçando a causa com a solicitude de quem conhece a dor de não ser, de não ter, de tirar. Onde está a solidariedade dos países do cone sul das Américas, onde está a indignação de dirigentes que não se indignam com a miséria de uma geração vítima de algozes de um tempo?

O Reino Unido hoje dá o exemplo de má administração humanitária, quando lidera, na estatística, a lista de deportação de quem chega esperando socorro através dos seus gritos de socorro.






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