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Silaell Dantas

[ Silaell Dantas ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Músico, Compositor e Ministro de Louvor.

 

Bendito seja o Deus da nossa salvaçao


1Pe 1.3 - Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

INTRODUÇÃO 

        Esta carta foi escrita por Pedro em Roma nos anos 60 do primeiro século da era cristã. O Apóstolo dirige esta pequena carta às comunidades cristãs chamadas por ele de “Estrangeiros (forasteiros) dispersos” nas províncias Romanas na Ásia menor (1.1), (onde hoje fica a Turquia). Alguns desses cristãos, talvez tenham se convertido no dia de pentecostes, em ocasião da famosa pregação do Apostolo Pedro, esses novos cristãos retornaram às suas cidades levando a fé que acabaram de conhecer (cf. At 2.9,19), assim, foram surgindo comunidades cristãs por toda aquela região, comunidades que mais tarde chegaram a ser visitadas por missionários (talvez até o próprio Pedro) que ajudaram a solidificar os grupos e confirmá-los na fé.
        Roma estava se desenvolvendo, e poucas províncias ficaram isoladas desse processo. Alguns problemas típicos de um processo de modernização acompanhavam esse desenvolvimento, em todos os setores (político, econômico e religioso). A sociedade era dividida em classes, o que sempre representava um fermento de insatisfação entre as classes mais marginalizadas, que se movimentavam em busca dos seus direitos. É bem possível que a maior parte dos cristãos proviesse das classes inferiores (operários, lavradores, artesãos), sendo que uma parte deles era estrangeiros, fato que também lhes roubava o acesso a plenos direitos de cidadania nessas localidades.
        Os grupos cristãos, então, compunham-se de gente que sofria por ser marginalizada, em muitos aspectos, da vida social e econômica da região. Mas isso não era o pior. O fato de abraçarem a nova fé também trouxe seus problemas específicos, o cristianismo é muito exigente quanto a questões religiosas e éticas, e aderir a ele implicava no abandono de práticas e costumes comuns e venerados na sociedade em que eles viviam, esse padrão de conduta que o cristianismo exigia atraía todo tipo de reações de parte dos não-cristãos:

(a) Havia aqueles, desiludidos com a sociedade e a religião, para os quais o cristianismo representava uma grande atração, por ser realmente uma alternativa tanto em termos religiosos como de construção de uma nova sociedade. 
(b) Outros encaravam a atitude dos cristãos com suspeita, pelo isolamento e pelas reuniões privadas que eles mantinham. 
(c) Outros viam nisso uma falta de patriotismo, desprezo à cultura local e tentativa de
subversão da sociedade. 
(d) Outros consideravam aquilo uma grande arrogância; “parecia que os cristãos se achavam melhores que os outros”. 

        Dessa forma, criou-se, assim, um ambiente hostil à nova religião e seus adeptos. Certamente não foram os cristãos os causadores dessa hostilidade, pois se esforçavam por ter um alto padrão de conduta, por fazer sempre o bem e por demonstrar na prática o amor do Salvador que por eles morrera, e que também morrera por aqueles que ainda não o reconheciam como Salvador, sendo, por isso, necessário demonstrar-lhes esse amor. Portanto, aqueles cristãos estavam vivendo debaixo de forte tensão moral e psicológica devido a forma com que eram tratados pelos não cristão, sem falar das violências físicas e maus tratos que sofriam por causa da sua fé.
        É para dentro dessa realidade que o apóstolo Pedro escreve uma carta, na qual os exorta a permanecerem firmes na fé, em meio às adversidades que enfrentam. Essa carta foi lida, por Silas em várias comunidades cristã. Depois foram feitas cópias e espalhadas para outros lugares e poderosamente serviu como um fermento de fé e renovação do compromisso com Jesus Cristo e uns com os outros.
Assim como Essa carta edificou a vida desses irmãos, em tempos difíceis, edificará também a nossa vida. 

nesse artigo não lerei a carta toda (5 Caps), me deterei apenas no versículo 3, que vem logo depois da saudação e eu gostaria de destacar duas verdades nesse texto:

1. A SALVAÇÃO VEM DE DEUS (v.3). 
        Pedro começa sua carta mostrando a fonte da salvação: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que segundo a sua muita misericórdia…”. Observe que Pedro não começa focando no homem, ele começa focando em Deus. Pedro inicia sua epístola  louvando a Deus por tão grande salvação. 
        A salvação é uma obra exclusiva de Deus. Ele deve ser exaltado por isso, Seu nome deve ser magnificado por esse presente tão esperançoso. O reconhecimento desse fato deve gerar em nós uma atitude de louvor e adoração contínuo, mesmo em meio as mais densas lutas.
        Qual tem sido o seu foco em meio as tribulações? com certeza você vive algum dilema, uma luta, uma dor, uma perda. Talvez o desânimo e a falta de esperança tenha chegado até você, mas, em meio a adversidade que você vive, qual é o seu foco?
        Meus amados, antes de apresentarmos as nossas dores, nossas lutas, nossas lágrimas, nossas perdas neste mundo, devemos levantar os olhos ao céu e exaltar aquele que nos amou, escolheu e providenciou todas as coisas para a nossa salvação. Devemos nos lembrar das palavras do salvador na cruz, quando ele bradou: “Pai, está consumado!”
        A alegria da certeza da salvação precisa permear nossa vida, nossas orações, nosso louvor. Quando exaltamos a Deus por quem Ele é e pelo que Ele tem feito por nós, sentimo-nos mais fortalecidos para enfrentarmos nossas lutas, por isso temos uma esperança viva. Temos esperança, porque sabemos que há uma benção futura para aqueles que confiam em Jesus.

2. O CARÁTER DA SALVAÇÃO (v.3). 
        Pedro agora vai falar do caráter da salvação, mostrando que plano estabelecido na eternidade, concretiza-se no tempo. Aquilo que foi planejado no céu realiza-se na terra. Duas verdades preciosas são aqui destacadas:

(a) A regeneração. “… nos regenerou…”. 
        A regeneração é uma obra do Espírito Santo em nós. Ele muda nossas disposições íntimas, dando-nos um novo coração, uma nova mente, uma nova vida. Nascemos da semente incorruptível. o que Pedro está dizendo é: “alegrem-se mesmo em meio a essas lutas, porque Deus não só salvou voês, mas também deu uma nova vida (regeneração). O crente renasce para dentro de uma nova família (Ef 2.19), passando a estar para com Deus numa relação de filho (Jo 1.12) e para com Jesus, de irmão (Rm 8.29). Tornamo-nos filhos de Deus, membros de sua família. 

(b) A viva esperança. “… para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”. 
        O apóstolo Paulo descreve o mundo pagão como um mundo sem esperança (Ef 2.12). O Cristianismo, porém, é a religião da esperança. É disso que trata essa epístola, de ESPERANÇA. O crente tem Esperança! Sabe por que, o crente tem Esperança? Porque o novo nascimento (a regeneração) tem o poder de criar naqueles que o experimentam uma viva esperança, assim, só aqueles que confiam em Cristo tem essa viva esperança. por isso nós temos a plena certeza que não caminhamos para um futuro desconhecido, marchamos para uma glória eterna.

Romanos 8:35-39

35. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?
36. Como está escrito: "Por amor de ti enfrentamos a morte todos os dias; somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro".
37. Mas, em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.
38. Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes,
39. Nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Somos regenerados para termos esperança e essa esperança tem duas características: 

(1) Ela é viva, indicando a vibração e o caráter vivencial dessa esperança.

(2) Ela é segura, pois está fundamentada na ressurreição de Jesus Cristo. Nossa esperança não é vaga e incerta, mas definida e segura. Sem a ressurreição de Cristo, nossa regeneração não seria possível, nossa esperança não faria nenhum sentido e o pior, não haveria salvação para nossas vidas. Sem a ressurreição de Cristo, nossa fé era vazia, o cristianismo era uma falácia. Vejamos o que Paulo escreveu aos corintos:

1 Coríntios 15:13-19

13. Se não há ressurreição dos mortos, então nem mesmo Cristo ressuscitou; 
14. e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. 
15. Mais que isso, seremos considerados falsas testemunhas de Deus, pois contra ele testemunhamos que ressuscitou a Cristo dentre os mortos. Mas se de fato os mortos não ressuscitam, ele também não ressuscitou a Cristo. 
16. Pois, se os mortos não ressuscitam, nem mesmo Cristo ressuscitou. 
17. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. 
18. Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. 
19. Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão.

CONCLUSÃO
        Gostaria de concluir, te convidando a redirecionar o foco da tua vida pra Deus e pra gloriosa salvação que Ele proporcionou em Jesus. Não permita que as lutas e dificuldades roubem de você a alegria da salvação nem a viva esperança que temos em Deus.
        Você já pôs sua confiança em Cristo e já recebeu dele o dom da vida eterna? Se você ainda não fez isso, faça hoje, mas, se você já fez isso, eu te pergunto: você tem exaltado a Deus por tão grande salvação? você tem se deleitado nEle e vivido de modo digno dessa gloriosa vocação? 
pense nisso e  agradeça a ele, pois estávamos perdidos e fomos achados, estávamos mortos e recebemos vida!

Deus os Abençoe, Amém.





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