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Jorge Azevedo

[ Jorge Azevedo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Paisagista, Decorador, Professor e Poeta

 

O Brasil de ontem e o Brasil de hoje

Se eu começar a contar nos dedos agora quanto tempo faz... Dia por dia, mês por mês, desde o primeiro dia até o dia de agora, da existência, oficial, do Brasil, é uma enormidade de dias.

Por todos esses dias, meses e anos, o Brasil enfrentou crises, roubos, revoluções e guerras. Forte e valente o Brasil ia vencendo, um a um, os seus embates e invasões.

Vivemos tempo de colônia, quando nossas riquezas foram levadas sem nenhuma contrapartida. Já fomos reinado e império, antes de ser república. Fizemos guerras, invadindo e sendo invadidos. Fomos vencendo cada um dos embates, cada um dos combates.

Passamos por ditaduras, vimos nossos irmãos serem enforcados, fuzilados, metralhados, torturados. O Brasil atravessou tantos mares calmos e bravios.

Tivemos e vivemos alegrias e frustrações. Perdemos duas copas do mundo em nossos estádios e ganhamos cinco nos estádios alheios. Fomos para o outro lado do oceano guerrear pela paz do mundo e voltamos com heróis engalanados.

O Brasil sempre orgulhou-se dos brasileiros e os brasileiros sempre orgulharam-se do Brasil. Somos gigantes, podíamos até ser um continente, somos gigantes, podíamos até ser uma potência. Somos audazes, podíamos até ser um povo rico. Somos ricos e somos tão pobres.

Tivemos cabeças privilegiadas, houve até uma "Águia", de tão sábio, o filho, aplaudido em Haia e vindo de Haia escreveu ontem como se visse o Brasil hoje.

O Brasil é um país grande, o que está faltando para se transformar em um grande país? É um país abençoado sem as catástrofes comuns em tantos países. É um país onde Deus colocou as mãos e suas bençãos, o que falta para esse país grande se transformar em um grande país? Temos homens valorosos, dignos, honestos, capazes. Temos homens amantes de sua pátria, onde estão esse homens hoje que deixam os homens de ontem envergonhar-se desta pátria tão amada, tão querida, tão benevolente com os seus filhos e com os filhos de outras pátrias? Onde está esses homens que permitem que o Brasil sucumba nas mãos de quem não ama o Brasil?

Revolta-me ter que escrever minha revolta. Doe-me ter que proclamar minhas dores e angustias diante do quadro que se desenha e se forma no futuro dessa nação que desenhado tinha um mapa de sucesso, de grandeza, de respeito, de aptidão ao progresso. Asfixia-me ver asfixiada por mentes corruptas todos os pensamentos de grandeza de uma nação. Mortifica-me ver morrer em nós, brasileiros, o orgulho de sermos brasileiros e construirmos em nós, brasileiros, a vergonha de estarmos brasileiros.

Passamos por tantas dificuldades e vencemos uma a uma. Passamos por tantas provações e vencemos uma a uma. O Brasil se viu tantas vezes na beira do abismo e o seu povo juntou-se as mãos e levantou o Brasil. Do limbo o brasileiro trouxe o Brasil para o dourado Sol da liberdade. Passamos por tantos problemas e um a um fomos derrubando e transformando em soluções. Hoje, mais do que em toda a sua história, o Brasil precisa dos brasileiros, não esses que nos dirigem, que nos preside em cada uma de suas casas governadoras. O Brasil está precisando dos homens que escondidos pela vergonha da situação do Brasil ainda orgulham-se de ser brasileiros.

Vamos unir nossas mãos uma vez mais. Vamos gritar ao "Lindo pendão da esperança" (Hino à Bandeira), para mais uma vez brilhar "o Sol da Pátria nesse instante" (Hino Nacional), e somente assim mostrar ao mundo que, mesmo abandonado por alguns "até o Sol brasileiro" (Hino à Independência da Bahia)e "nunca mais o despotismo" (Hino à Independência da Bahia) levará nossa nação para o breu da corrupção.

Recife, 25 novembro 2016





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