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Fabiana Barros

[ Fabiana Barros ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Jornalista, contista, escritora e palestrante. Escreveu roteiros para televisão e cinema, além de musicais infantis. Autora de diversos livros.

 

Escrever é como escalar o infinito...

                                 

  Eu acredito que a metáfora não tem o emprego limitado apenas como a função de uma figura de linguagem. Ela já faz parte do texto escrito e falado das pessoas cotidianamente. Elas estão presentes nos textos publicitários e nas poesias, mas a existência e o uso delas ultrapassam o cenário poético e criativo da publicidade e dos poetas.

  Eu não acho possível ficar um dia inteiro sem falar ou ouvir uma metáfora. Hoje mesmo eu falei para o meu marido que ele come feito um porco. Tem uma fome de leão. E disse para uma amiga que eu sou um mar de emoções. As metáforas colorem a rotina dos falantes e os textos dos escritores. São figuras de linguagem que dão vida e movimento aos textos românticos.

  Ontem depois de assistir um filme dramático, a minha mãe disse que chorou um rio de lágrimas. E hoje, no trânsito, eu reclamei com um motorista que estava andando devagar na minha frente que ele parecia com uma lesma.

  Meu marido é um gato. Moro numa casa onde transborda felicidade e o meu coração sangra de saudade, quando estou longe do meu amor. Amor grande como o universo, que brilha como uma constelação de estrelas dentro do meu coração. Sinto sede na minha alma, quando não estou contigo. Meu umbigo é tão comprido como o rio São Francisco. É o nosso elo de ligação. Acho que o meu amor é grande e forte como um tufão. Não consigo ver com os olhos, somente  com o coração. Tenho alma de poeta, mas não escrevo com a mão. A minha mente dança como uma lança no meio de uma batalha, de uma grande multidão. A arte da Literatura pode ser como uma navalha que corta, fere e deixa marcas. Não sei se o pai dos burros é capaz de definir o que sinto por aqui. Um amor tão grande como o universo, o encontro inimaginável do côncavo e do convexo. A arte da metáfora faz um sonhador ser capaz de ouvir a dor da alma sedenta, intensa, buscando um significado para o coração que transborda de felicidade. Não importa a idade, o amor tece suas teias, como uma aranha silenciosa. Faz e rouba mistérios de uma realidade misteriosa. Este amor é apenas a ponta de um enorme iceberg. Ele é imenso e forte como um touro. Eu sou incapaz de recusar a doçura do amor, porque sou como uma formiga.

  O amor e o ódio brigam, duelam pela sobrevivência de uma essência pura, como água cristalina. Olhos de menina vagam a procura dos seus imensos olhos gigantes, como pontes para um infinito distante... onde o amor repousa seus sonhos e fantasias. A alegria é a garantia de um futuro incerto e fascinante...       





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