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Jorge Azevedo

[ Jorge Azevedo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Paisagista, Decorador, Professor e Poeta

 

Aruba, um pedaço do Caribe

Naquele dia nem parecia que eu estava chegando no mar do Caribe, não havia Sol para me recepcionar, chovia muito, chuva e vento. Vento com barulho de tempestade, eu ainda não tinha ouvido vento com barulho de tempestade.

Ainda entre as nuvens já podia sentir a força da natureza, a revolta dos elementos numa revoada de luzes em explosões e gritos de choques. Parecia o fim do mundo e eu queria chegar no paraíso.

O pequeno avião parecia uma folha de papel, mesmo assim, heroico e valente ele rasgava as nuvens como se engolisse-as sendo engolido. Ele dançava como se orquestra da tempestade tocasse um twist, ou um dos rocks de Elvis. Não havia mar sob o pequeno bimotor saído da Venezuela com arremedo de Sol, no caminho a tempestade chegou. Não havia mar sob o bimotor, sob o Teco-teco. Só havia nuvens e dentro das nuvens não havia mar, só havia caminhos de luz e fogo, só havia explosões como se todas as bombas do mundo explodissem ao nosso redor. Não havia mar sob o avião e sem mar, não havia ilha e sem ilha como ter aeroporto, como ter pista para o bimotor posar. Sob o avião, sobre ele, ao lado, pela frente, por trás, só havia nuvens, nuvens escuras, em alguns lugares dava para ver uma planície de nuvens brancas, mais parecendo carneirinhos deitados, dormindo depois do almoço.

Aos poucos surgiu pedaços de céu azul, aos poucos a natureza abrandava sua fúria como se nada tivesse acontecido e sob o bimotor já havia mar, à minha direita já havia manchas verdes de terra, já via telhados de casas por trás de piscinas, já via ruas calçadas com paralelepípedos, já via a pista margeada com linhas brancas, as linhas brancas de repente ganharam vida e se aproximava do pequeno avião e a pista se transformou numa serpente gigante, de boca aberta e engoliu o pequeno avião e ele foi parando, parando, até que parou.

Nem parecia que estava em pleno Caribe quando pisei tropegamente o chão de Aruba, e nem vi os primeiros rostos de ilhéus e vi viajantes do pequeno avião em pose de oração agradecendo aos seus santos termos pousado com vida.

E assim cheguei em Aruba e em Aruba vivi muitas das alegrias somente encontradas pelas bandas do Caribe.

 





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