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Jorge Azevedo

[ Jorge Azevedo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Paisagista, Decorador, Professor e Poeta

 

Somente uma palavrinha e...

Nem generalizarei, falarei apenas do que encontro em meus espaços, onde publico meus pensamentos, meus escritos, minhas memórias. O que encontro em meus espaços embasa-me comentar criticando a erosão que está ocorrendo em nosso idioma. O idioma português, falado no Brasil, está se transformando em dialeto e dialeto de baixa qualidade, sem nenhuma preocupação para tornar-se parte da linguagem idiomática de um povo.

Gosto de escrever o que penso, independente se irei agradar a gregos e troianos ou irei desagradar a romanos e egípcios. Escrevo o que observo, porque escrever para mim é mais que gostar de escrever, ou esperar aplausos ou apupos. Costumo dizer que para mim é catarse. Algumas vezes, após o ponto final colocado em um conto, um romance, um ensaio, um poema, uma crônica, sinto meu corpo levitar, como se uma nuvem de satisfação e felicidade me tomasse, elevando-me a um patamar conhecido somente por quem conclui uma obra.

De repente deparo-me com os ditos vícios e manias linguísticas, mencionadas como modernização da forma escrita. Dói-me a mente quando leio por aí "eu tô", algumas pessoas ainda enfatizam com o "eu tou", isso quando não "tá", ou vai "pro" através do "zap". E estas formas são encontradas entre os menos e os mais esclarecidos, principalmente aqueles que, como formadores de opinião, professores e graduados diversos, se justificam falando "escrevi pelo celular", ou, "é mais rápido", ou outras desculpas que não justificam a agressão ao nosso idioma, tão belo, tão rico, tão majestoso.

E entre as barbaridades explicadas como modernizadoras, surgem nos horizontes a retomada dos princípios de telegrama. Ora, telegrama custa caro e se paga por letra, assim, justifica-se os "vc", "pq", "tbm" e outras tantas inconvenientes abreviaturas.

Dizem os sábios "exemplos são seguidos", ensinam os mestres "sigam os bons", explicitam os grandes pensadores "a formação se faz desde o inicio", assim, como esperar dessa juventude o domínio ao belo escrever se no berço ele toma como exemplo, de quem tem a obrigação de lapidá-lo, criar nele, cancros como exemplos?

Nem estou falando da mistura sistemática feita, até mesmo por poetas e escritores, criando uma confusão diabólica nos textos quando misturam segunda e terceira pessoa numa diálise inconsequente. E lá vem no mesmo poema, na mesma mensagem uma enxurrada de "tu" misturada com "você". Não é falta de conhecimento, é falta de carinho, é falta de cuidado, algumas vezes, falta de atenção, na maioria das vezes, falta de ler. Ler bons autores, estudar, que seja de vez em quando, regras gramaticais, rememorar aqueles dias de banco na escola.

Nós possuímos um dos idiomas mais rico, mais versátil, mais dinâmico e mais bonito entre todos os idiomas falados e escritos desse planeta e quiçá, entre todos os planetas habitados no universo. Em vez de nos vangloriarmos com o tesouro recebido pelo Criador, diminuímos sua importância através dos "bjusss" e "aki" que se implantam por aí, confundindo falta de cultura e educação linguística com evolução idiomática. Assim persistindo esse aneurisma ortográfico, breve o que seria um dialeto inserido em nossa gramática, passará a ser resíduo depressivo da cultura de um povo.

Se exemplos são para ser seguidos, que façamos a nossa juventude seguir bons exemplos, somente assim teremos amanhã, novamente no Brasil, grandes homens, grandes mentes, ícones.





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