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Jorge Azevedo

[ Jorge Azevedo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Paisagista, Decorador, Professor e Poeta

 

Encontro de exércitos

Nada me tira da cabeça que o Brasil está atravessando um céu minado por bombas traiçoeiras. O Brasil está minado em suas águas e pontes, nada me tira da cabeça e nada me tira da cabeça que por trás de cada bomba há uma só cabeça dirigindo o dedo no botão.

Coincidência existe, eu acredito em coincidência, mas que coisa obtusa, não acredito em acaso. É complicado isso eu sei. O acaso é coincidência ou o acaso não é coincidência? Foi por acaso a depredação dos ministérios, ou a depredação dos ministérios foi uma coincidência orquestrada? Acontece logo depois da liberdade de José Dirceu, da entrega do áudio falando em contas, com comprovantes, de 150 milhões de dólares em favor de Lula e de Dilma?

Eu acredito em coincidência... Posso pensar em ir ao shopping tomar um cafezinho, levar minha máquina para fotografar pessoas anônimas, por coincidência, pessoas anônimas pensaram em ir ao shopping tomar um cafezinho, levaram suas máquinas pensando em fotografar pessoas anônimas e algumas delas me fotografaram e num acaso eu fotografei quem estava me fotografando, sorrimos, sentamos à mesma mesa e no final saímos de mãos dadas.

Havia um protesto programado, no meio do dia, no meio da semana em pontos determinados, isso não é acaso, isso não é coincidência, isso é fato e os fatos acontecem quando as atitudes são dirigidas. O inimigo quando se ver encurralado lança mão de todas as suas armas. O rato quando foge e se depara com uma viela se vira para o inimigo e se transforma em um leão, em vez de fugir, ataca ferozmente. As ratazanas do poder estão sendo libertadas pela justiça, a troco de quê? Quem está por trás de todas estas artimanhas? Enquanto a sociedade clama pela prisão de Lula e companhia, a companhia de Lula que estava presa está sendo libertada. Estão armando mãos assassinas com armas de matar, estão dando álcool para o incendiário apagar fogo.

Não é coincidência o que está acontecendo com o Brasil e nem é acaso o que está por vir. O Brasil é um barco há mais de uma década sem comandante. O comandante do barco se bandeou para o lado dos piratas e os piratas colocaram a coroa do rei em sua cabeça. O pirata não tem gancho no lugar da mão, tem canetas. O pirata tem seguidores com fome e em seu bojo ele tem pão. Pão está alimentando o exército do pirata, e inteligentemente, o pirata pôs fatias de mortadela dentro do pão e seus seguidores se formaram em exército. Na Inglaterra um homem se explodiu e matou homens, é terrorismo. Horrorizam-se com isso quem do lado de cá leu as manchetes. Do lado de cá, sem bombas atadas ao corpo, matam-se homens em nome de uma democracia. É terrorismo. Não horrorizam-se com isso os homens do lado de cá. Eu queria que tudo fosse coincidência. O ataque aos prédios da republica não passasse de coincidência, como posso acreditar se há um exército sendo proclamado pelo pirata e logo o outro clã chama o seu exército para lhe guardar e lhe defender? Não é acaso a chegada dos exércitos.

Será acaso ou coincidência o encontro de dois exércitos na mesma esplanada? Será tomado o planalto de um salto? Quem sairá vencedor? A luta não será ética, pois, nos dois lados os chefes não são éticos. Os dois comandantes lutam tenazmente para não ver em seus pulsos algemas lhes impossibilitando apertar botões. A guerra foi declarada e não é por acaso e nem é por coincidência. A guerra está declarada por fome de poder e por medo de perder o poder. O poder dominou a cabeça dos homens que deveriam ser probos e imparciais. O poder minou a decência de homens que se fizeram artífices do bem e descambaram para esculpir o mal. As labaredas ardendo em Brasília não são labaredas de acasos ou coincidências. As labaredas que ardem em Brasília são orquestradas por dois vilões que tendo à mão, exércitos, lutam para transformar o povo que lhe elegeram, as marionetes que lhe reverenciam.

A guerra está declarada. Temer gostou de ser presidente e não quer perder a vaidade de ir buscar seu filho na escolinha cercado do séquito que protege o presidente. Lula quer voltar a ser presidente para formar outro grupo de dilapidador e continuar a dilapidação de nossas riquezas. Dilma não se conforma em ter sido tirada do bolo dos gananciosos e quer voltar e voltando virá com rancores na mente, sedenta de vingança e se vingará de quem lhe cingiu o peito com a espada da traição. A guerra está declarada. Os exércitos estão a postos, as armas são as mais maldosas... Não vencerá o melhor, perderá a nação. Perderão os brasileiros! Estes que não estão em nenhuma das preocupações dos competidores e não é coincidência e nem é acaso.

É fato!






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