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Manoel Tupyara

[ Manoel Tupyara ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Bacharel em comunicação social, habilitação jornalismo, graduado pela Universidade Gama Filho

 

A morte dos Três Patetas

É com lamentável pesar que comunicamos a morte do último Pateta, personagem, junto com outros dois patetas que já faleceram, foram protagonistas de uma crônica feita no mês de fevereiro de 2014.

O primeiro Pateta a nos deixar de forma muito dolorosa e violenta, foi justamente em gozo do seu trabalho, uma atitude que nos deixou estarrecidos da vida, de maneira mais inesperada que se possa conhecer. Conduta esta, que depois de passados três anos, ainda não digerimos essa retenção, para quem não sabe nos faz mal até os dias de hoje.

O segundo Pateta, personagem talvez chave, graças a Nossa Senhora não nos virou as costa e não deixou-nos a sorte do tempo. A sua ausência entre nós, foi um erro administrativo da gestão que está chegando ao fim de maneira tão impudica, que não a convidou para participar da nova formação de servidores

Esse personagem foi se pudesse traduzir: o cristal mais caro que tínhamos naquela “vitrine”, pois, todo o cuidado era pouco, porque se caísse, com toda a certeza partiria em mil pedaços e não teríamos como constituí-lo. Mas, só em pensar como foi vivida a sua tortuosa ausência, sem torpedo atômico no peito, mas sim, pensar que existe um ser humano como aquele, podemos nos gloriar que fomos felizes em saber que Deus a fez airosa por dentro e encantadora por fora. Esse personagem em foco, podemos dizer que foi uma rosa com todas as suas pétalas aveludadas, de tão doce que era, parecia que em vez de água, se hidratava com mel.

No mês de abril morreu o último dos Patetas. O último dos patetas ficou só até os seus últimos dias. Manco, sem os seus dois extremos que já tinham ido. Fechou-se um ciclo de trabalho e dedicação a instituição que tanto demos o nosso suor. Sabendo que a consideração seria nenhuma, fizemos os nossos deveres sem esperar recíproca.

 

Os três patetas que num passado recente estavam vivos, cheios de disposição trabalhista e intelectual, hoje já não vivem mais para aquele lugar. Para aquele lugar estamos mortos e sepultados. As nossas vidas agora se surgem para novos horizontes. Os Três Patetas agora deslumbram coisas realmente que espelham com as suas capacidades intelectuais e morais. Onde estão agora, com certeza estão muito melhor do que estavam, porque sempre depois da tempestade, a bonança acolhe. 





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