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Jorge Azevedo

[ Jorge Azevedo ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Paisagista, Decorador, Professor e Poeta

 

O nascer do amor

Quando um homem
conhece uma mulher
e a mulher se torna
simpática para o homem...
 
Não há amor,
há desejo,
há curiosidade.
 
Assim como a mulher
quando conhece o homem.
 
Ela imagina se ele beija
como ela gosta de ser beijada,
se ele abraça como ela
se imagina ser abraçada.
 
Não há amor,
há desejo,
há curiosidade.
 
O tempo passa,
eles vão se conhecendo,
vão construindo amizade,
uma relação desponta.
 
O homem encontra na mulher
predicados buscado por ele
em outras mulheres,
a mulher descobre nele
virtudes não encontradas
em outras relações.
 
Eles seguem construindo
pontes de possibilidades,
nascem as esperança...
 
Ainda não é amor,
há desejo,
há curiosidade.
 
Eles começam a se verem
cada dia mais um pouco
e mais um pouco a cada dia
começam a sentir falta da voz,
da proximidade do toque,
necessidade da presença juntos,
constante, nos lugares comuns.
 
Querem ser vistos pelos amigos,
pelos colegas de trabalho,
pela família nos domingos.
 
Um dia descobrem
que não é somente desejo,
não é somente curiosidade,
já há uma ponta de amor.
 
O amor nasce lentamente,
não há amor explosão,
o amor é uma semente
jogada no chão...
 
Precisa de tempo,
precisa de adubo,
precisa de cuidados.
 
O que era desejo,
o que era curiosidade
se transforma em paixão
e o que é paixão, se não
um amor construído
com todos os desejos?





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