-- Animais & Cia
-- Atualidades
-- Cidades
-- Ciências e Tecnologia
-- Coluna Social
-- Crônicas e Poesias
-- Educacao
-- Empresarial
-- Entretenimento
-- Esportes
-- História e Literatura
-- Humor
-- Informática
-- Internacional
-- Jovens
-- Justiça & Direito
-- Meio Ambiente
-- Pais e Filhos
-- Política
-- Religião Cristã
-- Religião Outras
-- Sexo
-- Terceira Idade
-- Turismo
-- Vida e Saúde
-- X Diversos
.

 
 

Você está em História e Literatura
 
Roberto Bastos

[ Roberto Bastos ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Historiador, professor de História, monarquista, budista, ex-músico e eterno estudante de artes marciais.

 

Soldado Medeiros.


Durante o processo de Independência do Brasil destacamos muitos fatores, fenômenos e pessoas que colaboraram com a emancipação de nosso país.

Neste presente artigo destacamos a memória do soldado Medeiros, ou seja, a heroína da Independência, Maria Quitéria de Jesus Medeiros, que fugiu de casa para se unir ao exército a fim de defender os ideais de emacipação do Brasil contra as forças de resistência lusitanas na Bahia. Alistando-se com o nome de Medeiros.

Movida pelo exemplo do martírio da Soror Joana Angélica de Jesus, que foi morta por um soldado no interior do convento da Lapa, em 20 de fevereiro de 1822, por um soldado das tropas lusitanas.


Embora, muitos historiadores e professores de História afirmem que no Brasil não ocorreu uma Guerra de Indepedência como nos Estados Unidos, ainda assim ocorreram conflitos armados entre independentistas e reinóis portugueses, de maneira a derramar sangue em solo brasileiro de ambos os lados.

O ideal de Independência foi amadurecido aos poucos, alimentado e consolidado por atos políticos e econômicos, fruto de um processo lento. Este ideal era reforçado pelas rivalidades existentes estre brasileiros e portugueses, em virtude das regálias obtidas pelos segundos em detrimento dos nativos.

Quando os ecos da Revolução do Porto chegaram ao Brasil, em novembro de 1820, mais precisamente, na Bahia, os ânimos estavam exaltados e grupos se dividiam, entre contras e a favor, em torno das Cortes de Portugal e estas deixaram de representar o centro dos interesses e a emancipação estava arriscada.


Voltando nossas atenções à Maria Quitéria. Seu pai, o fazendeiro Gonçalo Alves de Almeida, ao descobrir a sua ação  foi buscá-la, no qual seu comandante em exercício do Batalhão dos Periquitos, José Antonio da Silva Castro, a defendeu devido a seus méritos como soldado, sua valentia como combatente e mulher. Em virtude de seu ato foi constituido um batalhão de mulheres, moças que aderiram a causa independentista.

No dia 2 de julho de 1823 o Exército brasileiro entrava vitoriosamente em Salvador e Maria Quitéria foi saudada pela população como heroína. Sua coragem foi reconhecida pelo Imperador D. Pedro I, que lhe concedeu a honraria da insígnia de cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro.


Após sua participação nos conflitos de Independência, lutar  pelo seu nascente país, Maria Quitéria voltou para casa reformada com o título de Alferes (2º tenente), se casou, teve uma filha e viveu com a casa que seu marido Gabriel Pereira de Brito lhe deiuxou de herança. Faleceu no dia 21 de agosto de 1853, em Salvador, quase cega em total anonimato. Seus restos mortais estão sepultados na Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento e é considerada como patrona dos Quadros Complementares do Exército.





Você gostou deste artigo? Então compartilhe com seus amigos:

 
Facebook
Twitter: Google+

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
s
s
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O botão de comentário acima irá acionar o colunista para te postar uma resposta sobre o comentário. Ou, se preferir, comente usando seu perfil do Facebook:




:: Soldado Medeiros. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: O Rococó. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: A arte barroca. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Remanso da vida ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: Ter bons amigos é ter mais saúde e felicidade ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: Um olhar sobre o ensino de português ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: O português é uma realidade monolítica no Brasil? ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: História Cultural: o Rock n’ Roll brasileiro da década de 1980. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Década de 1970 – O contexto musical do Brasil: o Estrangeirismo. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: O que é a verdade? ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: Epiteto: Filósofo e escravo. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Apreciação literária: Paz Guerreira de Talal Husseini. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Ariano e sua eterna luta contra moinhos que não são de ventos. ( História e Literatura - José Flôr )

:: História das mentalidades: O Esperanto. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Coração da Mata ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: O redescobrimento do Heliocentrismo e da esfericidade da Terra. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Considerações literárias: diários, semanários e mensários...qual é a melhor escolha? ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: Quinze de novembro de 1889 – O golpe da República e a interrupção do processo civilizatório. ( História e Literatura - Roberto Bastos )

:: A arte de viver só ( História e Literatura - Luisa Lessa )

:: A desesperança em Wander Piroli ( História e Literatura - Lecy Pereira )
 
 
LiveZilla Live Chat Software

 


   



Site administrado pela

Biblioteca ||  Classificados
Sala de Bate Papo