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Manoel Tupyara

[ Manoel Tupyara ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Bacharel em comunicação social, habilitação jornalismo, graduado pela Universidade Gama Filho

 

Falta Lei séria no Brasil

PROIBI-SE: de hoje em diante a advogada Ethel de Vasconcelos não poderá mais ser denominada de juíza, mesmo porque ela não é magistrada, não é concursada, seu trabalho no Tribunal de Justiça é apequenado, é subalterno, não têm maiores responsabilidades constitucionais. A cidadã comum Ethel com o seu comportamento denegriu o direito brasileiro, enojou o Egrégio Tribunal, maculou a sisudez e sobriedade da nossa toga, ela em outros tempos seria fuzilada em praça pública para que outros não tomassem a sua atitude como lição.

Essas coisas acontecem não é à toa. Nada cai do céu, tudo tem uma raiz e causa. É muito cômodo chegar e dizer que o Brasil tem racismo. E tem! Isso existe desde que o mundo é mundo. Mas seria muita covardia, sentar em frente de um computador e esconder as verdadeiras razões. Toda ação, tem uma reação. Essa ascensão tem nome e sobre nome, não é nenhuma doença sem diagnóstico, aliás, ela tem uma rica inflamação e chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. Sim, meus amigos, o senhor ex-presidente da República é o único agente responsável por esta vergonha. Foi um planejamento perfeito, calculado, maquiavélico, sabendo que a situação iria chegar a este ponto. Na cabeça do ex-metalúrgico, em uma guerra morrem culpados e inocentes, nós, os negros, claro! Somos os insontes, mas era preciso ele chegar a aonde chegou, mas com uma ferramenta cujo poder de destruição9 moral é absolutamente letal. Mas, uns têm que morrerem para outros viverem. Ele teria obviamente de viver. E viveu. Em sua política de poder, proferiu nos quatro cantos que iria presidir para as minorias e essas minorias do qual se referia, continha os negros. Discursou que protegeria também outros grupos minoritários, mas desta vez marginalizados; como os homossexuais e, por ai foi exprimindo aquilo que ele achava que em grão em grão o seu papo iria encher. Só que ele nunca disse à realidade que a etnia negra no Brasil não é diminuta e sim avantajada. Está ai o IBGE que não deixa mentir em suas pesquisas. O país tem mais de cinqüenta por cento de negros sem colocar em números os pardos e mestiços, ou seja, depois da África, o lugar aonde mais habita negros é no Brasil. Mas o ex-presidente nunca falou esse grande detalhe, isso iria de encontro aos seus interesses de Poder. A ele só interessou em usar os não brancos para levá-lo ao poder, deixar os ex-escravos ao deus dará, como os deixou. Usando-os como massa de manobras.

Isso é tão verdade, que ele como cacique do Partido dos Trabalhadores, jamais em tempo algum, levou um projeto de lei que endurecesse a lei antiracismo. Ele nunca fez isso, e é tão fidedigno que a lei que está em vigor jamais levou alguém a cadeia. Jamais vi parlamentares da esquerda como do Psol, PT, PCdoB, mostrarem as suas caras na mídia com discursos de protestos e atos judiciais ou mesmo mostrando projeto de lei para ser encaminhado ao Congresso Nacional, quando toda a mídia noticiou atos de discriminação racial, seja pela internet ou seja de maneira física.

Agora, estamos vivendo a propaganda eleitoral, do rádio, tv, internet e jornal, agora vai haver mil e um candidatos das esquerdas pronunciando o adjetivo negro, na esperança, como acontece todos os anos eletivos que consigam arregimentar números que os possam levá-los para o trono do Poder. E isso incluem os postulantes negros que querem a sua fatia do bem bom, para si e para sua família,  sem se importar com a maioria dos irmãos, (que vieram com os seus descendentes em navios negreiros, para serem açoitados pelos patrões portugueses), que vivem em vielas, morros, guetos, sem direito a escolas de qualidades, saúde, segurança e uma série de necessidades, assim como o resto da população, independente da sua etnia. Por esta razão que fica fácil para os políticos enganarem os incautos, pois esses não tiveram a sorte da minoria, sim, minoria, porque a maioria está relegada a uma lixeira.

Falando em racismo, na última quinta-feira, no programa Encontro com Fátima Bernardes, por incrível que pareça, foi fácil observar a discriminação sem a produção do programa talvez perceber. Nesse conteúdo, a apresentadora, chamou a advogada Vera Lúcia dos Santos, para explicar o episódio no Fórum de Duque de Caxias. Chamou também outras pessoas que tinham sido vítimas de discriminação racial. Foram feitas perguntas, narrativas aconteceram, protestos civilizados foram cobrados, histórias narradas e enquadradas nos contextos, etc. Só que em nenhum momento se falou no nome da advogada Ethel Vasconcelos, que foi a autora criminal do episódio discutido no programa. Ora! Se existe crime, existem vítima e réu. Quem cometeu o delito? Qual é o nome do delinquente? O que diz o criminoso? Cadê a cara do transgressor? Nada disso foi falado no programa da Fátima. Noventa e nove por cento do programa em nenhum momento falou no nome da Ethel. Parece que estavam querendo poupar a infratora. O nome dela tinha que ser pronunciado. É muito cômodo você chamar alguém para expor um ato de humilhação que passou e não expor aquele que o impôs. Só quando o programa já estava fechando é que a Fátima leu um texto de nota do Tribunal de Justiça do Rio de janeiro, e outro da Ordem dos Advogados do Brasil e falou na Ethel que como todos covardes, não quis se pronunciar. 





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