A representação da morte, martirização de um sofrimento são algumas das principais notícias em que os brasileiros acompanham na mídia atualmente, num massacre de informação que na maioria é corrompida por interesses de marketing, apenas visando o lucro baseado no sofrimento e na sensibilidade da família brasileira.
João Hélio e Alana são alguns dos personagens dessa competição de qual veículo representa melhor o sofrimento das famílias pela perda. A tentativa de mostrar a ideologia, seus interesses são tão intensos, que grupos de comunicações se utilizam de todos os seus telejornais e canais a cabo de notícias, que prolongam ainda mais a dor, numa intensa cobertura que dura o dia inteiro, sendo que a dor é o papel principal desse espetáculo.
Mas outro problema acontece pela notícia ser temporária, tanto na imprensa, como na mente da população, que já se acostumou com a violência e encara com normalidade os acontecimentos. O João Hélio é um exemplo disso, durante um tempo foi-se elaborado um movimento contra violência, o país mostrou sua indignação, mas não bastou três meses para cair no esquecimento do povo, um pouco que foi feito em que hoje não servi de nada, pois casos como esse acontece, a mídia divulga com intensidade na intenção de elevar sua audiência e criticar os governantes.
A questão é, até quando vamos aturar essa baixaria, camuflada de notícia?
A população quer paz nas ruas, e um televisão digna de entretenimento de verdade.
Eu sou Kaio Leonardo e estarei aqui com vocês.