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Mauro Moura

[ Mauro Moura ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Produtor Cultural

 

Resposta para uma viagem na maionese

Quando redigi a crônica Viajamos na maionese, citava o fato de após uma solicitação dos moradores da Vila Paciência à Vale de que como ela não tinha o interesse na compra das casas naquele momento, que fizesse um comunicado à comunidade itabirana sobre isto e assim minimizaria a baixa ou até mesmo a não existência de possíveis compradores dos imóveis que estivessem à venda neste bairro. Naquela oportunidade a resposta da Vale foi uma negativa.Neste último dia 21/01, contradizendo o que havia dito e antecipando um fato, a Vale apresentou aos moradores da Vila Paciência o seu real interesse em adquirir os imóveis da parte de cima da Av. France de Paula Andrade até os que dividem com a sua linha férrea.

Foi um momento inusitado e de grande apreensão, pois ninguém imaginava esta atitude da mineradora, haja vista que em outros momentos ela não quis assumir que tinha esta intenção de adquirir estes imóveis ou que seria muito antes do tempo esperado por todos nós.

Este diálogo entre a Vale e a comunidade surgiu logo após a chuva de pedras provocada por uma detonação mal sucedida e de grande risco de vida a todos que ali residem ou transitam, em 28/02/2007.

Foram realizadas várias reuniões entre a mineradora e a comunidade local, intermediadas pela contratada Diagonal, com apresentações e busca de informações sobre a atual estrutura e necessidades do bairro.
Houve troca de informações, questionamentos diversos e momentos de divagações, porém a partir desta última segunda-feira isto tudo foi superado a partir da apresentação da proposta de compra dos imóveis daqueles proprietários que se interessem pela venda, sendo este o meu caso e opção perante a Vale.

O trabalho censitário, para a futura avaliação dos imóveis, iniciou nesta terça-feira, 22, inclusive com instalação de ponto de atendimento da Vale na Vila Paciência, demonstrando a permanência do diálogo com a comunidade local com vista nas aquisições e facilitando a vida dos moradores que queiram mais informações ou já apresentarem a sua opção de venda.

Em rápidas conversas com alguns vizinhos, tive os seguintes posicionamentos:
-alguns não desejam sair da Vila Paciência, portanto optarão em continuar residindo aqui;
-outros, como eu, desejam que a Vale assuma a opção de venda e efetue logo a compra do imóvel;
-e uma terceira opção é a dos que desejam que haja uma venda casada, em que a Vale assuma a compra de um segundo imóvel para oferecer em troca ao que têm atualmente.

O mais interessante disto tudo é que após vários anos sem investimento público na Vila Paciência e logo agora em que a Prefeitura Municipal de Itabira decide refazer a rede de água e esgoto e colocar nova pavimentação na Av. France de Paula Andrade, principal do bairro, concluindo também a implantação de novas vias de acesso, construção e urbanização do Parque no antigo pasto que pertencia ao Coronel Tico, fundo do Hospital Nossa Senhora das Dores, surge esta situação de êxodo daqui.

Aconteceu na noite desta quarta-feira, 23, mais uma reunião com os moradores e após palestras e debates, a Associação dos Moradores formou uma Comissão com dez moradores para discutir em conjunto as condições de aquisição dos imóveis por parte da Vale. Isto é muito interessante e serve como meio de auxiliar aqueles moradores/proprietários desguarnecidos de melhores condições para realizarem uma boa negociação perante a mineradora.

Crônicas relacionadas:

Viajamos na maionese: http://www.lestemais.com.br/colunistas.asp?id_noticia=1298
Poeira Solidária: http://www.lestemais.com.br/colunistas.asp?id_noticia=1462
Chuva de prata: http://www.lestemais.com.br/colunistas.asp?id_noticia=621

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Sobre a Dmocracia

O Brasil, depois de vinte e cinco anos sob ditadura militar de extrema direita e passado mais alguns anos, está sob a direção de um partido de esquerda (antigamente era de extrema esquerda), sendo que ainda sofremos com os cacoetes de algumas pessoas que viveram sob as benesses dos milicos e que detestam críticas àqueles que os contratam.

A Democracia é regida principalmente pela participação popular de todos os cidadãos, incluindo aqueles de extrema direita ou de esquerda que estão inseridos nela.

Aqui em Itabira, terra de muitos periódicos e um jornal diário, além de alguns sítios eletrônicos, temos a figura indigesta de um tal colunista que não é natural daqui e fica dizendo por aí que gosta mais dela que todos os itabiranos. Estou me referindo ao Armando Não Sei o Quê (?), auto-declarado filho da ditadura, aquele mesmo que fica mandando recadinhos em sua coluna e não tem coragem ou mesmo capacidade de citar nomes daqueles cidadãos itabiranos que de alguma forma expressão a suas opiniões e contrariedades quando sentem que algo está errado ou mal feito.

Como sou o único morador da Vila Paciência que escreve em algum jornal nesta cidade, sim Armando, a carapuça serviu pela segunda vez (!), e fui citado na sua coluna nesta semana, venho aqui na minha coluna expressar a minha indignação contra esse tipo de gente que atua em nossos veículos de comunicação.

Ele citou a comparação que fiz entre Itabira e a cidade de Cubatão - SP dos idos de 1980. Naquela época Cubatão era a cidade mais poluída do planeta, a ponto de várias crianças nascerem sem cérebro. Eu cito Itabira como a cidade mais empoeirada do planeta e alguém duvida além da pessoa do Armando Não Sei o Quê? Pelo menos aqui na minha casa, na Vila Paciência, eu tenho plena convicção disto, haja vista que nem lavo mais o meu carro para não gastar água e o meu tempo à toa, pois dali a meia hora já estará totalmente empoeirado.
Em outros parágrafos ele critica outras pessoas que criticam algumas falhas e faltas que acontecem no dia-a-dia das ruas de Itabira.

Quando é bem feito eu elogio, eu não sou puxa-saco como este cara desqualificado. Vou direto ao assunto e sem delongas. Elogio a Vale pelo modo como vem tratando os moradores da Vila Paciência, foi um avanço inquestionável. Já elogiei a Prefeitura Municipal de Itabira em outras oportunidades, a citar o trato com o casario colonial de nossa cidade, mas em outras oportunidades registrei a minha reclamação, a começar pela cachorrada solta em vias públicas e que por agressão de um cachorro vadio quase ocasionou a morte de um cidadão no mês passado.

Aproveitando o ensejo, como cidadão itabirano e nascido aqui, tenho mais reclamações a fazer desta administração.
A Transita parece um órgão inoperante, ela simplesmente não consegue conter o abuso que é os automóveis que circulam pelas vias públicas com sonorização acima do aceitável.
O terreno dos descendentes do Batistinha, no Largo do Batistnha, foi considerado de utilidade pública e desde que isto foi decretado pelo Prefeito até ontem ninguém da Seção de Parques e Jardins foi lá dar uma capinada e limpeza naquele local. Este terreno, no centro da cidade, serve de banheiro público e à noite de ponto de tráfico e consumo de drogas auxiliada inclusive pela iluminação isuficiente.
Um dos bancos do Paredão da Rua Tiradentes foi quebrado e esta mesma Seção de Parques e Jardins ao invés de substituí-lo, simplesmente retirou o que restou da ferragem e tapou o buraco dos pés na calçada.

Então, reclamar da ineficiência da administração pública por acaso não é uma forma de atuar nos preceitos da Democracia?
Questiono a administração local se a opinião dele é a mesma do governo municipal. Afinal, podemos ou não fazer nossos questionamentos e reclamações nos veículos de comunicação de nossa cidade ou temos de registralas somente através da Ouvidoria Municipal?

O mais interessante disto é que por algumas vezes participei de entrevistas coletivas à imprensa concedidas por dirigentes de empresas particulares e lá estava presente o Armando Não Sei o Quê (?) consumindo o seu horário de funcionário público que é da Prefeitura Municipal de Itabira, haja vista que estas entrevistas foram dentro do expediente diurno.

É assim mesmo, todos nós pagamos impostos e somente alguns recebem os salários que advêem deles!





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