-- Animais & Cia
-- Atualidades
-- Cidades
-- Ciências e Tecnologia
-- Coluna Social
-- Crônicas e Poesias
-- Educacao
-- Empresarial
-- Entretenimento
-- Esportes
-- História e Literatura
-- Humor
-- Informática
-- Internacional
-- Jovens
-- Justiça & Direito
-- Meio Ambiente
-- Pais e Filhos
-- Política
-- Religião Cristã
-- Religião Outras
-- Sexo
-- Terceira Idade
-- Turismo
-- Vida e Saúde
-- X Diversos
.

 
 

Você está em Crônicas e Poesias
 
Almir Moreira

[ Almir Moreira ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Politicamente Correto, eis a questão.

 

A barganha do escritor

Hoje, a chuva cai como pedras em meu telhado fraco, onde as ripas cheias de cupim dão o desgaste de meus tormentos. Onde o céu cinza, onde as árvores se movem em um ritmo cauteloso meio que enlouquente, onde a poeira escondida se move, onde a escrita não é mais escrita, é sim um desgaste físico meio que brutal nos ossos encardidos de sofrimento.

Onde o frio não é mais frio, é aquele arpão que devolve ferimentos imperceptíveis aos olhos de quem não precisa ver, onde aquele que só sente suas dores, suas amarguras escondidas no olhar o ator que interpreta sentimentos; Momentos; Ilusões.

Da inconsequência meia que brutal, dos pesares meio que individuais, a caneta é amiga, no rítimo sonoro da chuva, no rítmo mediocre dos meus pensamentos, o escritor é quem sabe, o escritor é quem sente... os instintos inconsequêntes dessa vida atribulada em que vivemos. Ele é quem sabe, ele é quem vê; E se pode sentir a necessidade infinda de felicidade, ele retrocede suas expectativas ilusórias, no momento certo, onde os dedos tornam seres obcecados, onde o suor desce frio, onde o momento certo está para chegar; Ele sabe, ele é quem sente o momento certo de interpretar os seus sentimentos na medida do possível e esquecer que o mundo não é mais mundo, e sim uma máquina de escrever. 





Você gostou deste artigo? Então compartilhe com seus amigos:

 
Facebook
Twitter: Google+

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
s
s
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O botão de comentário acima irá acionar o colunista para te postar uma resposta sobre o comentário. Ou, se preferir, comente usando seu perfil do Facebook:




:: Quê?! ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Desmoralização do Brasil ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Pena, piedade, comiseração ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Um pequeno príncipe sonhador ( Crônicas e Poesias - Fabiana Barros )

:: Tanto lá como cá ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Quero ser alguém na vida ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Tecido Social ( Crônicas e Poesias - Fabiana Barros )

:: Para onde vão as flores mortas ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Frutas podres na feira ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Decadências ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Forte, fortaleza ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Vida é algo que ainda nem sei. ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Crisálida ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Borboletas e poesia ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: Bonecas de carne ( Crônicas e Poesias - Osvaldo Heinze )

:: A minha arte de lidar com o mundo ( Crônicas e Poesias - Fabiana Barros )

:: Eu, um privilegiado ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: O rótulo da garrafa de vinho ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Não me provoquem depressão ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )

:: Eu quero ser adotado, por favor, me adote... ( Crônicas e Poesias - Jorge Azevedo )
 
 
LiveZilla Live Chat Software

 


   



Site administrado pela

Biblioteca ||  Classificados
Sala de Bate Papo