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Linaldo Lima

[ Linaldo Lima ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
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Um Cristão como o Centurião

Texto-base: Lucas 7: 1-10

INTRODUÇÃO
O centurião é o terceiro nível da hierarquia militar romana. As legiões romanas tinham como unidade básica a Centúria. Esta é formada por um quadrado de 10 fileiras de 10 homens cada, dando o total de 100 soldados, de onde advém o nome centúria. O centurião era o soldado responsável por comandar a centúria, dando ordens que deveriam ser prontamente obedecidas pelos soldados, especialmente as formações militares.

A história que se passa nessa passagem do Evangelho de Lucas acontece na Cidade de Cafarnaum, que era uma das grandes cidades da Galiléia, muito próxima do Rio Jordão; e como ficava na estrada comercial que ia da cidade de Damasco ao Mar Mediterrâneo, o governo romano tinha lá uma milícia composta de cem soldados (centúria), sob a direção de um comandante (centurião).

Essa passagem que decorre durante os dez primeiros capítulos de Lucas, ficou marcada na história da humanidade porque o Centurião, que não pertencia ao povo de Deus, demonstrou a maior atitude de Fé do ministério terreno de Cristo.

O principal objetivo dessa mensagem é refletir sobre os pontos principais encontrados nessa demonstração de fé desse homem para refletirmos até que ponto nós nos assemelhamos a ele e o que precisamos fazer pra demonstrarmos tamanha fé.

I.      AMOR PELO SERVO (vs.2)
A palavra grega significa “escravo”. O texto nos diz que ele muito estimava seu escravo. Este centurião era humanitário no que se referia aos seus escravos.

II.   <![endif]>RESPEITO MÚTUO (vs. 3)
A Bíblia diz que o centurião “enviou uns anciãos dos judeus”. Que líderes entre os judeus tenham ido pleitear por ele mostra o respeito com que ele era tido.

III. <![endif]>INTERESSE PELO CULTO A DEUS (vs. 5)
O centurião estava interessado no culto judaico. Ele pode mesmo ter sido “temente a Deus”. Ele tanto ficou apaixonado pelo culto judeu que construiu a sinagoga.

IV.   O RECONHECIMENTO DE SUA PEQUENEZ (vs. 6 e 7)
Mesmo com toda importância que o cargo militar lhe conferia, ele reconheceu sua inferioridade diante do mestre. “Não sou digno”, expressa o sentimento de humildade demonstrado por esse militar romano.

Essa atitude do centurião demonstrou para os judeus a seguinte afirmativa: o Império Romano está ABAIXO do Reino de Deus.

V.     A MAIOR DEMONSTRAÇÃO DE FÉ (vs. 8 e 9)
Os grandes reinos da antiguidade se valeram em determinar suas ações, leis e sentenças por meio de decretos e, na maioria das vezes, os reis não estavam presentes quando esses decretos eram lidos e impostos aos súditos. Porém, o não cumprimento dessas imposições, acarretava sérias conseqüências.

Posteriormente, os exércitos antigos também agiam dessa forma para passar as estratégias dos generais para seus comandantes e, estes, passarem para suas tropas. Mesmo não estando presente o general, as ordens eram cumpridas por seus súditos por causa autoridade a ele conferidos.

O centurião aqui exerceu a postura, não de comandante, mas, a de comandado. Ele foi educado no meio de uma rígida hierarquia. E ele fez menção disso. Mesmo estando sujeito à Roma, ele tinha CEM soldados sob o seu comando, pronto para atender às suas ordens.

Da mesma forma que esse oficial não precisaria estar presente para ter suas ordens executadas, não era necessário que Jesus fosse pessoalmente até o doente para curá-lo; bastava uma ordem de Jesus. A fé desse oficial foi especialmente surpreendente, porque ele era um gentio.


CONCLUSÃO
Essa demonstração de fé encantou a Jesus, que fez questão de dizer aos judeus que, nem mesmo entre eles (que deveria existir), encontrou tamanha demonstração.

Se analisarmos cada ponto desse texto que refletimos, veremos que não foi somente o que o centurião falou que demonstrou a grandeza de sua fé, mas todas as atitudes demonstradas nesta mensagem.

Precisamos agir como esse oficial, lembrando sempre que a demonstração dele chamou a atenção de Jesus, o Mestre.


BIBLIOGRAFIA
1. Bíblia de Estudo Plenitude; 2. Bíblia de Estudo Genebra; 3. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal; 4. Dicionário Aurélio – Séc. XXI; Wikipédia – A enciclopédia livre.





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