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Jornalismo - Com diploma
Particularmente, considero a discussão entorno da obtenção do diploma para o profissional de jornalismo, muito desnecessária. Pois se durante o período de Ditadura no Brasil e durante os 21 anos de sua vigência, foi nos privado todos os direitos de liberdade de expressão, propriedade e de informação, quando várias classes sociais lutaram para acabar com essa barreira inconstitucional. Então, por que regredir no tempo? No dia 01 de Abril de 2009, o Supremo Tribunal Judiciário (STJ) iria julgar o Recurso Extraordinário RE 511961, onde é questionada a obrigatoriedade do diploma para o profissional de jornalismo. Tal julgamento foi adiado, sem dada previamente marcada, mas o assunto com certeza terá mais debates. Vários jornalistas, estudiosos e alunos debatem o tema. O que por sinal é de grande valia, pois são questionamentos assim, que garantem a integridade e cumprimento de leis, com respaldo para a sociedade civil. Se faz pensar no momento, o que seria das redações, se tal profissional, lógico que devidamente capacitado, graduado e com as devidas especialidades e conhecimentos inerentes a profissão não existisse. O jornalista não é burocrata, que deve assinar papéis, liberar documentos e apenas bater ponto na repartição, pelo contrário. O jornalista, deve ser um instrumento de divulgação de informação, do factual, com agilidade, qualidade no texto e presteza com o leitor/telespectador/ouvinte. Por isso, toda campanha para que o diploma sirva para que jornalistas, cada vez mais capacitados cheguem as redações é válida, como é o caso da Federação Nacional do Jornalistas (FENAJ). Que fez ampla campanha de mobilização, com os vários setores da sociedade na defesa do diploma. O diploma permite que futuros jornalistas (é o meu caso) e outros colegas, possamos exercer a profissão plenamente, com toda dinâmica e correria do dia a dia das redações, garantido por lei. |