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Paulo Hijo

[ Paulo Hijo ]
Uma boa literatura pode resultar muito benefícios; e a leitura, que é um processo de divertimento, proporciona tanto o repouso, a suspensão da fadiga, assim como a catarse e a educação.

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Só tem uma coisa

Pode parecer presunção ou convencimento, apesar de ter uma coisa, namorei as mais lindas garotas na minha juventude. Todas as meninas que julguei serem bonitas, eu as possui. Algumas por pouco tempo, outras por um tempo mais longo. Ah, como fui namorador das princesas e rainhas do meu lugar.

Não, não fui nenhum galã ou Dom Juan do meu bairro ou da minha escola. Nem mesmo fui bem aparentado e charmoso quando jovem. Onde eu chegasse, nem mesmo era notado. Mesmo assim, namorei as  garotas que eu desejei. Cada uma que passou pela minha vida deixou marcas profundas, todas positivas, tanto é que não esqueci de nenhuma delas.

A minha primeira namorada, aos 15 anos, chamava-se Maria Luiza e tinha 14 anos. Era ruiva, tinha sardas, olhos verdes e mais alta do que eu. Apesar de pouca idade, já possui um belo par de seios e as pernas bem torneadas. Seu corpo era de uma moça formada. Fui seu namorado por um bom tempo. Seu rosto era lindo.

Depois da Maria Luiza, namorei uma loira da minha rua. Era bem mais velha do que eu. Se me lembro bem, tinha mais ou menos 22 anos. Eu ainda estava com 15. Mulher formada e sempre de vestido e saia. Tinha pernas e coxas grossas. A cintura era fina e quadril largo. Como era encantadora a Sofia. Nela tudo era bonito.

Logo depois da Sofia, namorei a Julia, também loira e de olhos azuis, de 16 anos. Tinha uma pele alva e os cabelos eram bem claros. Magra e de pernas longas. Vestia-se bem. Gostava quando ela usava uma mini-saia e botas de cano alto, que a deixavam com as pernas mais alongadas. Com um rosto comprido e olhos azuis, Sofia encantava os meus olhos.

Uma das que me marcaram bastante foi a Maria, que contava com 17 anos. Estudava na mesma escola e no mesmo período que eu. Foi a mais bela de todas. Era branquinha e de cabelos bem pretos. Os olhos negros e de um olhar hipnotizador. Era do tipo mignon e de um andar diferente, que lhe dava um charme todo especial. Era muito séria. Nunca a vi gargalhando. Apenas sorria sutilmente. Gostava da sua discrição. Sua face foi a mais bela que eu já conheci.

Outra figura marcante na minha vida foi a Sonia. Mais uma loira de olhos verdes que eu namorei. Tinha 16 anos e era de média estatura e falsa magra.  Lembro-me bem das suas belas pernas, nem grossas e nem finas, mas eram bem torneadas. Seus cabelos lisos eram longos que chegavam à sua cintura.

Namorei também a Valquiria, quando ela tinha 16 anos, apesar de tê-la conhecido quando tinha 12. É que nessa idade, era tão  feia que se assemelhava a um filhote de cruz-credo, apesar dos olhos verdes. Era magra feito uma vassoura e desengonçada. Para piorar usava um par de óculos horrível. Mas aquela menina foi crescendo e tomando uma forma que me atrairia. Quando atingiu a idade de 15 anos, se transformou numa bonita moça. Cabelos lisos e pretos, olhos verdes e tez branca, um corpo esquio e pernas longas, despertaram os meus olhos e a minha paixão. Que rosto e corpo lindos os da Valquiria.

Outra que era mais velha do eu foi a Neusa. Tinha 23 anos e era filha de um industrial. Quando fez 18 anos. Seu pai lhe deu um carro. Era uma gordinha de boa proporção. Tinha uma estrutura avançada, seios fartos, pernas, coxas e quadril de bom tamanho, mas a cintura fina me atraia. Nos fins de semana, ela me pegava em casa com o seu carro. Seu rosto era redondo e trazia lábios bem carnudos.

Namorei a Leila, uma morena baixinha e muito charmosa. Tinha um sorriso maravilhoso, que sempre mostrava seus alvos dentes. Olhos negros, cabelos sedosos e de uma alegria contagiante. Nos víamos pouco, pois por ter apenas 13 anos, seus pais a trancavam em casa. Mas, quando a via, eu suspirava de felicidade. Como era bom estar junto a  ela.

Quando mudei para uma escola tradicional, namorei a Clara, de 16 anos. Loira e de um olhar encantador. Alta e de um corpo maravilhoso. Seios grandes, fina cintura e quadril avantajado, pernas longas e grossas, com todos os requisitos maravilhosos, ela chamava atenção de todos os meninos e rapazes. Seu rosto era marcante. Um motorista particular a levava e buscava na escola.

Namorei a rainha da escola e da cidade. Seu nome era Célia e contava com 17 anos. Não era alta e nem baixa. Cabelos castanhos e olhos na mesma tonalidade. Tinha um rosto longo e um nariz arrebitado. Mas o que mais me chamava atenção eram suas pestanas longas. Ah, gostava muito quando ela sorria. Como era gostoso o seu sorriso. Quando ela fazia aula de educação física, os garotos rodeavam a quadra de esporte.

A Elaine, uma moça branquinha e cabelos pretos, namorei quando ela tinha 22 anos. Alta e de pernas longas. Seu rosto era angelical e provocador ao mesmo tempo. Tinha um olhar e um sorriso que me provocavam bastante, mas o que me despertava a minha atenção era o seu quadril grande e bem levantado. Eu a desejei mais do que a amava.
 Não me esqueço da Sarah, uma judia danada de boa. Um corpo que qualquer ser do sexo masculino não desprezaria. Tinha 26 anos e era mãe de um menino, mas estava separada. Cabelos pretos até a cintura, pele branca e um rosto bem bonito. Alta, cintura fina e quadril largo, me provocava muito. Tínhamos encontros carnais, daqueles selvagens. Era uma loucura quando a tinha comigo.

Cristina, uma morena alta e de um corpaço, apesar de ter apenas 14 anos, devia medir mais de 1,70 m, era uma garota notável. Sua inteligência e uma beleza só dela, me fizeram cair de amor por ela. Tinha cabelos pretos até os ombros. O seu rosto era grande e longo, mas ela era muito meiga e de fino trato. Falava quase cochichando e era de mais ouvir do que falar. Como era bom passar um tempo com ela bem próximo a mim.

Érika tinha 15 para 16 anos, loira de olhos verdes como a água do mar. Tinha rosto e corpo de modelo e manequim. Não foi dado aos estudos. Sua inteligência era parca. Não ficamos muito tempo juntos, pois logo me trocou por um homem bem mais e velho e se casou com ele. Nem mesmo completou 17 anos, tornou-se mãe. Aos 20, de longe lembrava aquela jovem bonita..

As coisas não ficaram só por aqui. Namorei e namoro muitas garotas, uma mais bonita do que a outra, como a minha professora de português da quarta série do antigo ginásio. Poderia ficar horas citando muitas outras namoradas, mas só tem uma coisa: nenhuma delas nunca deve ter imaginado que eu a namorei.

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