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Sylvia Marteleto

[ Sylvia Marteleto ]   Veja o Perfil Completo deste Colunista
Filósofa, escritora independente. Autora do livro Contus Humanus. Já publicou contos, crônicas, artigos, ensaios, poesias e resenhas.

 

O que a crítica diz sobre a autora

Para todos os presentes santos em potência que aqui se encontram, tenho em mãos uma ordem de açoite para a senhorita Sylvia Marteleto, também conhecida como Vasla ou Inimiga do Povo.

A senhorita Sylvia, arrogante como é, pouco admite de sua personalidade extremamente falha. Acontece que tal ser imperfeito não se encontra em plena potencialidade de sua consciência e de seus atos.

Dos denominados aspectos positivos só há a ressaltar que não há aspectos positivos. Nossa temida inimiga é composta de feições escabrosas, notável obnubilação espiritual, redundâncias pra lá de cansativas e desdobramentos selvagens e irracionais no que concerne ao seu cérebro mesquinho e bestial.

Sylvia Marteleto é um expoente vivo de subserviência à esfera negativa que habita nos confins originários da humanidade. Porém, a raça humana é apta, plenamente apta a se tornar angelical. Nossa protagonista, entretanto, é incapaz de realizar algum feito que se distingua do animalesco.

Testemunhas de todas as estirpes não faltam. Perguntem aos amigos a respeito de sua ferocidade leviatânica e bem saberão do que se trata. Como tornou-se incompreensivelmente feroz e obsoleta é no entanto, lacuna intransponível. Só se sabe que desconhece o amor e o afeto.

Familiares e amantes bem afirmam sua semelhança com as sombras disformes verificadas em larga escala pela História dos homens. Não poderia ser digna em dois séculos execráveis de existência. Absolutamente.

Mais que isto, infinitamente maior que todas as circunstâncias, é o lamentável fato que esta senhorita ameaça transformações vindouras e oportunas, sem contudo efetuá-las com sucesso. Por tempos houve ligeira impressão cósmica de uma evolução primária... desapontou a todos.

É um monstro. Feito de coisas ruins, ossos ruins e desassossegos. É merecedora de regressar a Terra por milênios de caminhos inversos.

Primeiramente, deve tornar-se qualquer tipo de pedra para que seja chutada, tal como agride seus semelhantes. Posteriormente, é claro, poderia brindar-nos com sua presença como planta, para que aprenda o valor da inércia e da urina – coisas que sempre desprezou.

Não mais vegetal, é justo que se aproprie de uma forma animal e omissa. Logo, mais tarde, viria sim como minhoca. Aprenderia – quiçá e apesar de sua grande ignorância – a rastejar-se como condição de vida. Quem sabe, obteria a grande lição da pequenez e do alimento organicamente básico, que sempre mereceu por sua mediocridade e nunca obteve.

Tornaria-se por fim, algum excremento oriundo do corpo humano, para livremente observar a podridão inerente à sua própria constituição corporal.

Nada todavia que perpassa esta regressão ideal é viável por enquanto. Mas solicito a todos compreensão e calma, posto que, no caminho em que se encontra, ultrapassando o nível depreciativo das infâmias como está, Sylvia Marteleto não tarda a curvar-se perante os insetos e a tornar-se excremento.

Como disse, é um monstro. E monstros não falham à regressão.





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